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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Assim se deu por terminada...


... a época da cereja!

Da fresca, porque alguma foi descaroçada e congelada e outra foi mergulhada em aguardente para o licor. Chegaram em caixas, vindas directamente do produtor da Cova da Beira. Grandes, enormes mesmo, e no ponto a serem consumidas. Das melhores dos últimos anos e oferecidas com o carinho habitual.

Ao passear-me pela blogoesfera culinária deparei-me com esta sugestão que me agradou. Uma sobremesa fresca e mesmo ao meu gosto. Conferi os ingredientes no stock da engorda, tudo disponível e, foi só pôr mãos à obra.

PUDIM DE CEREJA E CÔCO



6 folhas de gelatina vermelhas 
100 g de côco ralado 
4 dl de leite de côco 
2 dl de natas 
1 lata leite condensado 
1 cálice de licor de cereja 
200 g de cerejas descaroçadas

Derreti as folhas de gelatina (corto-as sempre em pedacinho e derreto ao lume, num púcaro, sem o deixar pousar no bico e ando com ele em círculos). No liquidificador coloquei todos os ingredientes sem ordem específica. Liguei durante breves instantes de modo a envolver bem todos os ingredientes. Forrei uma forma de bolo inglês com película aderente e verti o preparado. Levei ao frigo para solidificar e gelar bem. Desenformei no dia seguinte e polvilhei com mais côco ralado e enfeitei com cerejas inteiras.

Servi bem gelado.

Cerejas e côco, uma combinação deliciosa!

Receita retirada do blog Fiel ao Tacho, ligeiramente alterada por mim.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Contrariar o corpo...

... fazendo a vontade à mente!

Nos dias anteriores, a debilidade tomara-me conta do corpo. Os arrepios de frio constantes mesmo com o ambiente aquecido, as dores no corpo, a tosse que me sufocava, as noites mal dormidas... instalara-se-me uma gripe e um mau humor que só visto e por mim sentido. Dizem que são três dias para a maldita chegar mais três dias para bem se acomodar e outros tantos três dias para se curar. E agora, fazendo bem as contas, o ditado parece-me acertado. A necessidade de me mexer era absoluta, mas a dificuldade era tremenda. Foram dias a obedecer às imposições da maleita com momentos de luta contra ela pelo meio. Foi numa dessas batalhas que me libertei da mantinha que me aconchegava, pulei do sofá em direcção à cozinha - Brrrr! Que frio! - arregacei as mangas do pijama, coloquei o avental e...
 
- Bora lá fazer um doce!
 
FLAN AMENDOADO


 
300 gr açucar
8 ovos inteiros
0,5 l leite (usei sem lactose)
1 colher de sopa de farinha maizena
50 gr amêndoa sem pele
caramelo líquido qb
 
Numa taça funda, deitei o açucar e a farinha maizena e misturei bem com uma colher. Juntei os ovos inteiros e usei a varinha mágica para fazer a mistura (é rápida, não faz estardalhaço e no fim é só a misturadora para lavar). Acrescentei o leite e envolvi numa velocidade mais lenta (para evitar salpicos pela cozinha). Untei um pirex rectangular com o caramelo líquido, vazei o preparado e levei a cozer em banho-maria e, coberto com uma folha de alumínio, no forno pré-aquecido a 180º durante mais ou menos 50 minutos. Usando o acessório picador da varinha mágica, piquei a amêndoa. Depois de cozido, deixar arrefecer, desenformar para um prato e salpicar com a amêndoa picada.
 
Ora eu, que estava com a pressa toda porque o tempo de contrariar o corpo estava a esgotar-se e a mantinha e o sofá já gritavam por mim... desenformei o pudim ainda quente, o que fez com que se partisse... mas como nada se come inteiro, isso não teve importância nenhuma e ninguém reclamou!
 
 
Mnham mnham mnham... estava mesmo a precisar de um doce para animar ;)
 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A ida à praia...

... estimulou-me os apetites!

No serão do passado sábado, depois de uma tarde de praia, de um belo duche e de um rico jantareco, senti assim um brutal desejo de ir para a cozinha. A idéia era despedaçar um galo e temperá-lo para o assar na manhã de domingo para o almoço. O bicho era rijo, a força e o jeito deviam ter ficado a banhos e a ferramenta dilaceradora disponível não cumpria os requesitos essenciais à difícil tarefa. Entre machadada, facada e tesourada lá se partiu o galo, se temperou e de guardou no frigo.

Numa pausa desta árdua obra e, para recuperar forças, passou-me pela cabeça uma sobremesa. Até me passavam pela idéia imagens ilusórias de algo doce já prontinho a devorar. Constatei que devia estar a precisar urgentemente de ingerir calorias, coisa que ultimamente não tenho sentido falta. Rebusquei o frigo e o stock da engorda à descoberta de ingredientes para confeccionar algo simples, rápido e que me saciasse o desejo... e encontrei!

PUDIM DE RICOTTA



1 queijo ricotta
1 lata leite condensado
1 medida de leite  (da lata de leite condensado)
5 ovos inteiros
1 colher de sopa de açucar baunilhado
caramelo líquido qb

No liquidificador coloquei o queijo, o leite condensado, os ovos, o leite normal e o açucar baunilhado. Bati até ficar uma mistura bem homogénea e verti para um pirex rectangular untado de caramelo liquído. Liguei o forno a 200º. Coloquei lá dentro um tabuleiro com o pirex dentro coberto com papel de alumínio e deitei água já a ferver dentro do tabuleiro. Fechei a porta do forno e o pudim cozeu em banho maria durante cerca de quarenta minutos (o tempo que demorei a cortar o resto do galo, xiça pah, a temperá-lo e a lavar os utensílios usados no esquartejamento e mais os azulejos, o lava-louça e até o chão - aquilo parecia um talho).
Destapei o papel de alumínio com cuidado para não me queimar, fiz o teste do palito e estava cozido. Desliguei o forno, deixei a porta aberta para arrefecer um pouco e depois tirei o tabuleiro com jeitinho (não fosse, por descuido,  a minha sobremesa parar ao chão). Frigorífico com ela e na manhã seguinte desenformei.

E a impaciência para espetar a colher no pudim?

- Calma! Primeiro temos que dar cabo do galo assado em molho de laranja acompanhado de arroz de cenoura e salada de beterraba. Ah! E do vinho, claro! Desta vez foi a prova de um novo nectar, uma garrafinha de Doispontocinco tinto de 2009!
- Ui! Que bommm!

E o pudim??? A repetir, repetir, repetir, repetir... :)

terça-feira, 31 de maio de 2011

Que atire a primeira pedra...

... quem nunca vasculhou a despensa e os armários da cozinha à procura de uma coisinha doce!

Pois é... Quando o calor aperta e a sede desperta... olá, olá! Ops! Não era sobre um antigo slogan da famosa marca de gelados Olá que eu vinha aqui falar... Ora, deixem-me recomeçar...
Quando o desejo aparece e a Cenourita enlouquece... bora lá, bora lá!
Na tarde do passado domingo, estava eu refastelada no meu sofá a descansar as idéias da atribulada semana que havia passado e... de repente ouço uns sininhos...
- Tlim tlim tlim!
- Quem é que anda aí? - pergunto meio assustada.
- Tlim tlim tlim!
- Mau! Mas quem é que anda aí? - olho em volta e só vejo os miaus que dormiam um sono cândido.
- Tlim tlim tlim!
- Meninos! Estão a ouvir? - eles, nada.
- Tlim tlim tlim!
- Ai ai ai ai ai! Cenoura Maria, tu deves estar a alucinar! - eu já a desvairar.
Salto do sofá, chego à cozinha e abro a despensa.
- Hummm! Na!
Abro o frigorífico.
- Hummm! Na!
O meu aniversário havia sido dias antes. Não houve festa porque não me apeteceu. O cansaço psicológico era demasiado e a minha vontade de nada fazer, imperou. Nesse dia a Titó tratou do jantar e comprou um bolo brigadeiro que se acabou no dia seguinte e, chegou o domingo e eu sem os meus nivéis básicos de açucar devidamente restabelecidos.
- Tlim tlim tlim!
- Pronto sininho! Já te podes calar! Já te entendi! Vou já tratar do assunto!
Ovinhos frescos e caseirinhos, forno ligado e avental à frente... bora lá fazer um...

PUDIM FRANCÊS


2 ovos inteiros + 10 gemas
400 gr açucar
1 colher sopa de farinha maizena
1/2 l leite
raspa de 1 limão
1 cálice vinho do porto (substituí e muito bem por licor de cereja made by Carrot)
caramelo líquido qb (usei de compra que é mais rápido)

Numa tigela deitar o açucar e a farinha maizena e misturar bem. Adicionar os ovos inteiros e as gemas. Bater bem até obter um creme bem fofo. Juntar a raspa de limão, o licor e o leite. Envolver tudo e deitar numa forma préviamente bem untada de caramelo liquído. Levar a cozer em banho-maria no forno pré aquecido a 180º cerca de uma hora. Retirar, deixar arrefecer um pouco, desenformar e levar ao frigo.


Rapidíssimo de fazer e foi só esperar que arrefecesse para satisfazer a necessidade, ou melhor... a gula! ;)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mais um mandarin...

... e desta vez, de pão!

Apetecia-me um docinho, uma coisa leve, rápida e prática de fazer. Tinha ainda na despensa duas saquetas na caixinha do antigo e famoso pudim flan chinês de quando fiz estes pudinzinhos para as minhas meninas. Ontem, na hora de almoço e num instantinho tratei do assunto.


PUDIM MANDARIN DE PÃO


2 saquetas de preparado para Pudim Flan Mandarin
6 colheres sopa de açucar
1 l leite
1 pãozinho duro (carcaça)
caramelo liquído qb

No copo da varinha mágica juntei o pó das saquetas com o açucar. Deitei um pouco de leite frio e misturei bem. Juntei mais leite, cerca de meio litro, e o pão partido em bocadinhos pequenos para amolecer um pouco. Levei ao lumo o restante leite até ferver e, enquanto isso, desfiz o preparado com a varinha mágica. Acrescentei ao leite já bem quente, deixei que toda a mistura levantasse fervura e cozinhasse cerca de três minutos. Deitei numa forma de bolo com chaminé bem caramelizada e levei ao frigo.

À noite, ao jantar, desenformei e foi a sobremesa de mais um jantarinho maravilha cozinhado pela Titó!


E nada melhor do que um doce quando realmente apetece, nem que seja um tão simples e básico como este :)



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tantas tentativas falhadas...

... mas nunca desistir de conseguir!
Desde que me conheço a traquinar no meio dos tachos, dos ingredientes e do fogão, era eu ainda uma criancinha, nunca consegui fazer um pudim molotof. Ou crescia demais e depois de sair do forno encolhia tanto que mais parecia uma bolacha. Ou ficava todo queimado. Ou não se desenformava. Ou se estrampalhava todo. Aquilo era sempre um drama e asseguro arrisquei mesmo muitas vezes e sempre com a convicção de que um dia sairia perfeito e comestível.
Ultimamente tenho-me dedicado um pouco a tentar resolver esta espécie de falhas consideradas graves no centro existêncial de uma cozinha, que é a minha!

PUDIM MOLOTOF


12 claras de ovo
12 colheres sopa de açucar
1 pitada de sal
manteiga qb

Comecei por ligar o forno e deixar que atingisse a temperatura de 200º. Bati as claras com uma pitada de sal em castelo bem firme. Fui juntando o açucar aos poucos com o cuidado de o envolver bem nas claras. Barrei uma forma com manteiga. Deitei o preparado e levei a cozer em banho-maria mais ou menos durante quinze minutos. Desliguei o forno, abri ligeiramente a porta para o calor ir saindo lentamente e só depois de quase frio é que retirei o pudim (não abateu nadinha). Desenformei-o.

250 gr açucar + 1 colher sopa de açucar baunilhado
2,5 dl água
6 gemas de ovo
2 colheres sopa leite

Bati as gemas com o leite enquanto foi ao lume o açucar com a água que deixei ferver alguns minutos, mexendo de vez em quando. Retirei do lume e deixei arrefecer um pouco. Juntei o batido das gemas com o leite e envolvi tido com a ajuda da varinha mágica. Voltei a levar ao lume mais uns minutinhos até engrossar e mexendo sempre. Quando achei que já estava no ponto certo, retirei e cobri o pudim com este creme de ovos. Levei ao frigo a arrefecer e... na hora de o servir até eu fiquei surpreendida com o resultado... Consegui!



São servidos?


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Pudim Estrela de Chocolate...

... chamei-lhe assim porque o deitei num recipiente em forma de estrela. E o nome assenta-lhe que nem uma luva, pois... não é só uma estrela, é mesmo cinco estrelas!

Repesquei-o da Colmeia da Abelha. Tenho a certeza que a Milú não se importou nada com isso, até porque, quando ela o divulgou ao mundo, eu avisei logo que me estava a provocar com guloseimas que eu nem deveria cheirar, mas... um dia não são dias e eu tinha mesmo que o confeccionar. Com uma diferença, de forma tradicional por mim adaptada já que o tal robot não faz parte das minhas ajudantes de cozinha.


350 ml de leite
200 ml de natas
100 gr chocolate em barra culinário
2 pacotes de cuajada
50 gr de açúcar

Levei ao lume a derreter, o chocolate juntamente com as natas, mexendo sempre para não pegar. Juntei o conteúdo das duas saquetas ao açucar e adicionei. Deitei o leite a ferver, envolvi bem com a preciosa ajuda da varinha mágica e deixei cozer cerca de três minutos. Coloquei na forma, arrefeceu e foi ao frigo até chegar a hora de o provar... Hummm! Super prático, pouco doce, fresco, e delicioso!



terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estes ultimos dias...

... a vida na tasca tem oscilado entre momentos zen, momentos diabólicos, momentos surpreendentes, e momentos azarentos!

Não vou aqui fazer a resenha dos acontecimentos senão isto nunca mais acaba, só vos digo que os bons, foram mesmo muito bons e, os maus... do mal-o-menos.


Hoje, enquanto arrumava a cozinha depois do almoço, uma voz soprava-me aos ouvidos:


- Faz uma sobremesa rápida para o jantar das miúdas!


Olhei em volta e não vi ninguém. Só os gatos estavam comigo em casa, e dormiam enroscadinhos uns nos outros, num sono bem profundo.


- Vá lá... compraste aqueles pacotinhos de Flan Chinês... faz isso num instante para o jantar das miúdas!


Certifiquei-me de que não estava mesmo mais ninguém comigo, quando de repente... sinto a Miss Piu a trepar pelos meus chinelos acima.


- Uh! Piu?! És tu... já nem me lembrava que andavas aqui.


Uns assobios valentes de satisfação ecoaram e, com a ajuda do bico, ela sobe pelas minhas calças acima, descansa uns segundos na minha cintura e retoma a subida até ao ombro... onde já instalada e depois de umas beliscadelas nos meus brincos, solta um reportório de fazer inveja à sua dona que nem assobiar sabe.


- Ahhhh!!! Com que então eras tu que estavas para aí a buzinar???
- Piu!BuíBuíííúuuu!


Desde o início da passada semana que tenho cá a minha filhota "adoptiva", a Ritinha! Sim, neste momento tenho duas filhotas com o mesmo nome, duas Anas Ritas :), uma está a estudar para exames de final de curso e a outra a estudar para provas de pós-graduação. E a Piu, uma caturrinha muito doce e atenta a tudo, sugeriu e muito bem, um miminho para elas que bem merecem. E, enquanto meti a louça na máquina e lavei algumas peças à mão...


FLAN MANDARIN



1 l leite
2 saquetas preparado para Pudim Flan Mandarin
6 colheres sopa de açucar
caramelo líquido qb

Do litro de leite, retirar um pouco para misturar no açucar e no pó da mistura para pudim. O restante, levar ao lume até ferver. Juntar o preparado. Esperar que levante fervura e deixar cozer cerca de três minutos mexendo sempre para não pegar. Enquanto isto, passei por água fria seis copos de vidro com tampa que guardei de iogurtes de uma marca que adoro, e que costumo usar também para a minha iogurteira. Escorri-os e deitei no fundo de três um pouco de caramelo líquido e os resantes três sem caramelo. Por cima, deitei o pudim até ficarem bem atestadinhos. Deixei arrefecer, cobri com a devida tampa e levei ao frigo.

Ao final da tarde apareceu outra "filhota" minha, a Nadyta!(sim, tenho mesmo muitas, e muitos, e sou uma mãe babada!) Jantámos as quatro uns belos bifes de cebolada com puré de batata. No final da refeição, viro-me para elas:

- Meninas! Fruta ou iogurte?
- Iogurte??? - todas em coro e bastante confusas. Só porque cá na tasca os iogurtes nunca servem de sobremesa...


Como não escolheram, apresentei-lhes o Pudim Flan Mandarin! Então e não é que para compôr o ramalhete, a Piu, já na sua casinha deixa escapar um valente assobio de alegria!

- Buíííbuuíííúuu!


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Continuando a gula domingueira...

... e apesar do estômago bem aconchegadinho, ainda se arranjou espaço para provar o pudinzinho!


É uma receita tão simples e tão básica que me acompanha desde a tenra idade dos treze/catorze anitos (xiii... tão velhinha). Tenho-a escrita num livro de receitas da mesma altura, que me recordo ter sido um presentinho de Natal, e onde eu ía escrevendo receitas da mami, da avó, das tias, das mães das amigas... Está quase todo escrito, à mão claro e, com uma letra que nem parece minha (actualmente é só gatafunhada), e para não desperdiçar espaço chega a ter duas e três receitas por página. Este pudim, faço-o desde essa altura e tem o sobejamente conhecido nome de Pudim Flan. A receita dá um doce relativamente pequeno, o suficiente para poucos à mesa. Querendo um maior, é só dobrar as quantidades e sai sempre bem. Desta vez apeteceu-me inventar e acrescentar-lhe um ingrediente que adquiri há dias, farinha de castanha. Por isto, resolvi chamar-lhe:
PUDIM FLAN DE CASTANHA


6 ovos inteiros
250 gr açucar
0,5 l leite
4 colheres sopa farinha de castanha (acrescentei eu à original)

Bati os ovos com o açucar. Com a varinha mágica envolvi a farinha de castanha num pouco do leite, deitei o restante e juntei tudo, envolvendo bem.
Barrei uma forma com açucar queimado, vazei o preparado e levei a cozer em banho maria durante uma hora.

A alteração resultou muito bem!



segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Que sucesso...

... de sobremesa!

Aquando da altura do Desafio do Dia da Cor, registei muitas sugestões que me encantaram. Ainda só confeccionei uma, e até já a repeti! O pessoal todo da tasca adorou e, não sei se por artes mágicas ou devoranço... ele desapereceu (das duas vezes) num estalar de dedos.

A sugestão é da Cuca do blog As Nossas Vidas. Obrigada Cuca, se não fosses tu eu não teria devorado hoje depois do almoço, a ultima fatia deste pudim maravilhoso! Eheheheh ;)



PUDIM DE DOCE DE LEITE



1 lata leite condensado cozido (usei normal)
1 pacote natas
0,5 l leite
2 pacotes cuajada
caramelo líquido qb

Dissolver bem a cuajada num bocadinho do leite e acrescentar o restante (usei a varinha mágica). Juntar as natas e misturar bem, depois o leite condensado mexendo muito bem. Levar ao lume brando até engrossar mexendo sempre para não pegar. caramelizar uma forma e deitar o preparado. Levar ao frigo para solidificar bem.

É tão bom, tão bom, mas tão bom... que o melhor mesmo é experimentarem! Ok, eu sou fã de pudins, o resto do pessoal não era, mas... está a ficar ;)


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