Os Meus Artigos

terça-feira, 18 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 18.11


[sítio favorito]


Ao sol! Que rompia, esta manhã, através da janela!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 17.11


[chá]


Do termo para a caneca para não arrefecer. Chá de menta para ir bebericando durante a tarde de trabalho.

domingo, 16 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 16.11


[conforto]


Um elemento de conforto... a casa quentinha quando o frio marca presença!
 

Sunday's Music


Um domingo preguiçoso, lento, relaxado. Soube tão bem!

E se eu sentia necessidade que fosse assim...





A todos vós, boa semana! 

sábado, 15 de novembro de 2014

#desculpahámuitas - dia 15.11


[pijama]


Das coisas que combinam muito bem... sofá, pijama e livro!
 

Adoro cozinhar com vinho...


... e às vezes até ponho um bocado na comida!

Não me vou alongar em dissertações acerca dos meus gostos e em especial dos vinhos. É assunto que dava "pano para mangas" e histórias para contar regadas a este néctar de carácter líquido. São às resmas... algumas já nem me lembro assim muito bem...

Deixo-vos apenas uma sugestão. A sobremesa que fiz para este fim de semana. 

Pêras Bêbedas




pêras a gosto - usei 8, variedade Rocha, a única que aprecio
açúcar a olho - usei +/- 150 gr, louro
canela em pau - usei 2 paus
vinho tinto - usei mais de meia garrafa, dele encorpado, bem maduro, 14º, uma verdadeira pomada

Descasquei as pêras com o cuidado de lhes deixar o pé intacto. Coloquei-as direitinhas e bem apertadinhas (por isso usei 8) no fundo do tacho. Atirei com os paus de canela lá para dentro, abri o pacote do açúcar amarelo e espalhei-o por cima das pêras. Por fim, reguei com o vinho até ultrapassar metade da altura do fruto. Levei a lume forte até ferver. Reduzi e deixei cozinhar lentamente até o álcool evaporar e o molho apresentar o estado caramelo-tinto. 
Arrefeceu um pouco dentro do tacho e retirei as pêras, uma a uma com jeitinho e a ajuda de duas colheres, para uma taça. Reguei-as com o caramelo-rosso e levei ao frigo.

Naquele deleite, e enquanto limpava o fogão de alguns salpicos, lembro-me vagamente de ter murmurado algo assim:

- Não embebedei só a pêras! C'um catano!

Depois... depois, fui dormir!

Foram sobremesa do almoço de hoje! E estavam uma categoria ;)



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Para quê comprar meio litro de água se a sede é de litro e meio? Ah e hoje deram-me os parabéns sem ser o meu dia de aniversário!


O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
Nada! Ou será que tem?

Este é mais ou menos o meu lema na ida às compras. Elaboro a lista das faltas e, como não gosto de andar sempre a caminho das lojas, trago a quantidade de produto que sei que vou consumir por exemplo em quinze dias. Falei na água, mas há muitos outros bens não perecíveis que adquiro em quantidade para quinze dias, um mês, e outros até em que aproveito promoções que valem a pena e faço stock sem cair no exagero, porque também não há necessidade. Os frescos, compro todas as semanas ou quando calha e fazem falta.

E depois também há o meu hábito de ser cliente sempre nos mesmos sítios. Se gosto do atendimento, da higiene, dos produtos, dos preços, da comodidade, do estacionamento... é ali que vou. 

Com o passar do tempo (nalguns sítios, anos) a pessoa que está do lado de lá do balcão conhece-nos e sabe quase sempre ao que vamos. Atende-nos, dois dedos de conversa e até à próxima.

Mais de três meses passaram sem que eu voltasse a um estabelecimento habitual. Ia lá de quinze em quinze dias. O tempo que, mais dia menos dia, levava a consumir a quantidade de produto lá adquirido. Hoje, passei por lá. Fui cumprimentar a menina que sempre me atendeu tão bem e ela, contente de me ver ali e de já ter pensado tantas vezes no que seria feito de mim porque nunca mais lá tinha ido...

- Venho dar-lhe uma novidade!
- Deixou de fumar? A sério! Ai tão bom!

E foi assim, uma alegria estonteante de ambas as partes. Ela perdeu uma cliente mas ficou tão contente - e essas coisas sentem-se quando são do coração, caramba! - quanto eu!

- Mas como foi? Ai que bom! E custou muito? Ai e nem engordou nem nada! Ai que bom! Ai que bom!

Chegaram outros clientes e eu vim embora! Feliz e de coração cheio!

109 dias sem tabaco! 


#desculpashámuitas - dia 14.11


[gaiola]


A gaiola é a casinha dela, mas o que ela gosta mesmo é de andar pela casa toda e de preferência na "carneirice" com os gatos! 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Diz que há intolerâncias...


... que estão na moda! Dizem!

Eu cá não sei porque eu não percebo patavina de modas. De intolerâncias, a coisa muda de figura. Também não percebo, ou não estou preocupada em perceber, vá!, qu'isso não acrescenta nada de bom aos meus dias, por isso prefiro fazer o esforço de as ignorar, apesar de, algumas me conseguirem revolver as entranhas enquanto as digiro, e só depois de tudo bem revolvido e parcialmente digerido, lá me decido a arrepiar caminho antes que se faça tarde. 

Contudo, uma pessoa, não anda sempre prevenida contra os mais diversos tipos de intolerância e, certas alturas, resta-lhe respirar fundo trinta e sete vezes, abanar o esqueleto para aí umas cinquenta e duas vezes e, por fim, se conseguir, fazer o pino.

Ora a única técnica que tenho treinado tem sido a da respiração, e atesto por minha experiência, tão grande experiência, que trinta e sete vezes não chegam para tratar as ditas e daí a dose tem vindo a aumentar de tal maneira que já nem contar os respiranços, consigo. Perco-me nos números. Abanar o esqueleto afim de sacudir essas malvadas, nem me atrevo... Ainda me saltam peças e depois montá-las no sítio certo deve ser complicado e, arriscar a que sobrem algumas não me parece prudente pois então é que nunca mais poderei, sequer tentar, fazer o pino.

São dois os tipos de intolerância a que me refiro. A intolerância alimentar e a social. São distintas, bem sei, mas existe algo em comum entre elas que se chama "tratamento".

Da alimentar, não sei exactamente se sou intolerante. Apenas sei que os produtos lácteos me provocam transtornos digestivos. E logo a mim, que sou uma perdida por queijo de todas as espécies nacionais e internacionais e se houver queijo no espaço, até as espaciais marcham.

O tratamento que lhe aplico é doloroso qb. Evitar. Só provar. Só cheirar. E tem dias que é de choque. Vou eu descansadinha da minha gulosice de faca em riste para aparar aquele pedaço que se está a rir para mim e ouço logo: - Não comas queijo! Vais ficar mal disposta! - E eu acato a recomendação e lá me distraio com outra petisquice qualquer e depois, viro-lhe as costas e esqueço-me por momentos que os queijos existem e... tudo tranquilo.

Da social, não sei propriamente se já estou intolerante, se estou pré- intolerante, se estou só cansada ou enfastiada. Apenas sei que ultimamente me têm entrado olhos e ouvidos adentro umas quantas cenas que me têm provocado uma desmesurada urticária cerebral. 

O tratamento, à partida, deveria ser super simples... nem exige sacrifício no que toca à gulosice nem nada!
Aguarda-se que a prescrição médica actue e/ou que, ao mesmo tempo, eu consiga resolver possíveis conflitos internos e mande assim urgentemente as comichões cerebrais para os infernos.

É isso! Agora fez-se luz! E se, em vez de enfiar químicos goela abaixo eu enfiar na mioleira que se não pudesse comer aquele quadradinho de chocolate que tão bem me sabe antes do café... hummm... 



#desculpashámuitas - dia 13.11


[passadeira]


Dá jeito, a passadeira no chão da cozinha na zona de serviço, sobretudo aos gatos!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 12.11


[pão]


E o ingrediente principal é... aquele pão que sobrou dos dias anteriores.
 

Fragilidades... Não sou nenhum robot!


O vidro quebra-se.
O betão racha.
O ferro enferruja.

Eu, que sou de carne e osso como os demais, tenho que estar sempre rija que nem um pêro?

- Ah! Porque não podes andar assim...
- Ah! Mas porque é que andas assim?
- Ah! Mas tens que ir aqui, ali e acolá e vais ver qu'isso passa!
- Ah! Porque tens que sair daí e dali e d'acolá qu'isso passa!

Mas afinal de contas quem é que pode o quê e quem é que sabe o quê? O que tenho que fazer ou não fazer? Onde tenho que estar ou não estar?

Fiquem sabendo que nem eu sei, ok? Ou melhor, algumas sei, outras não! Porque se eu soubesse tudo, garantidamente que, caguinchas como sou, hoje não teria ido à procura de ajuda médica.

Lá vim eu para casa, de saquinho da farmácia na mão e com a carteira bem mais leve. Diz que as pílulas milagrosas que me vão acalmar as ansiedades, os ataques de pânico e as tensões arteriais.

A Sra. Dra. não recomendou, porque eu não lhe contei tudo tudo tudo, mas nas entrelinhas do receituário está escrito:

- Fugir nem pensar em pôr estes ricos pés em de ambientes perturbadores.
- Ignorar nem pensar em aproximação a atitudes de determinadas pessoas.
- Conviver com pessoas alegres, bem dispostas, divertidas e que não estejam sempre a queixar-se da p*t@ da vida!

Daqui a uns dias já estou rija que nem uma cenoura acabada de desenterrar e com uma rama linda e viçosa e um sorriso de orelha a orelha!


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Levar o lixo ao contentor às sextas-feiras... parte II


... e o final feliz!

Graças a um apelo no fuçasbuque e à ajuda de uma amigateira que ficou tão incomodada quanto eu estava.

Depois de uma conversa que foi decorrendo ao longo do serão desse dia por essa via e acerca dos animais, donos, abandonos, perdidos, achados, adoptados e por adoptar, ela diz-me que vem ter comigo, mas que está sem carro e a distância que nos separa ronda os 10 kms +/- e que é só esperar uma horita e pouco que é quando o marido chega a casa do trabalho. Eu que não tinha voltado ao local porque me sentia impotente para salvar o miau, porque nem sabia se ainda lá estaria e em que condições... Oh céus! Que sufoco! 

Era perto da uma hora da madrugada quando o casal de amigos cá chegou. Assim que nos aproximámos do contentor do lixo, o miau deu logo o sinal de aflição... Os três, munidos de lanternas de fraca luz, invadimos a propriedade abrindo uma parte da rede. O miau não parava de pedir socorro.

Que nervos! Voltas por um lado, voltas por outro, e o mato e canas era tal que aquilo foi um desbravar selvagem que o tempo urgia e havia que salvar o gato desse por onde desse.

- Nem que se chamem os bombeiros! - dizia a minha amiga.

Depois de tanto desbravar, o caminho não nos levava até ele... o precipício não permitia, o terreno barrento e molhado, fazia-nos escorregar. Toca a voltar para trás.

- Vocês ficam aí sossegadinhas, que eu desço por entre o fundo falso das canas caídas! Não saem daí!

Lá foi o marido da minha amiga. Nós apontávamos as lanternas para o local. o miau não parava de miar. Deixámos de o ver, nem a luz da lanterna dele se via.

- Ricardo estás bem?
- Sim!
Viu-se um rasgo de luz da lanterna dele e o miau deixou de se ouvir.
- Ricardo! Estás bem?
Uma voz alegre e emocionada, respondeu:
- Tão lindo! Tão pequenino!


Chegou ao pé de nós num instante. Miau na palma da mão. Os três de lágrimas a correr cara abaixo e o bebé miau a olhar para nós. Um olhar tão terno que não se consegue explicar.
Viemos para casa, aquecê-lo e tentar dar comida. Não come. Leite? Só à seringa e com dificuldade.
- Deve ter um mês... já tem os dentinhos a picar! - dizia a Susana.
- Não tem! Olha ele a tentar mamar na ponta dos meus dedos...três semanas no máximo! - achava eu.
Nisto, vimos que é uma menina. Não ficou comigo. Foi com os meus amigos para casa deles. No dia seguinte levaram-na ao vet e está ótima de saúde, previsão de idade 15 dias, mamar leitinho Mixol de duas em duas horas por biberon e vai crescer bela e amorosa. 

Ai vai vai! No domingo de manhã a Susana ligou-me a contar as peripécias da bebé e brindou-me com um:

- Vamos ficar com ela!  



E assim se resgatou esta bebé miau que já tem tudo para fazer parte de uma família humana feliz!


#desculpashámuitas - 11.11


[magusto]


As castanhas estavam a jeito, mas não me apeteceu fazer o magusto...
 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cenourita, o que fizeste tu durante o fim de semana?


- Entre as habituais tarefas domésticas e outras de descanso, andei a vestir a casa!
- Vestir a casa? O que é isso?

Repor almofadas, mantinhas, edredons, cortinados... Tudo aquilo que guardo quando o tempo aquece e os dias ficam maiores para a casa ficar mais "leve e fresca". Essa estação passa num ápice e de repente chega a altura em que saem dos armários todas as almofadas que se guardaram, todas as mantinhas, todos os edredons e, os cortinados e cortinas painel que até aqui permaneciam abertos e enrolados, agora vestem as janelas. O que se mantém no mínimo, durante todo o ano, são os tapetes e carpetes.

Sente-se a casa mais cheia e mais confortável.

Também chamo a esta tarefa, "consertar o ninho", tornando a casa no melhor abrigo aconchegante para os dias pequenos, frios e chuvosos que por aí vêm. 

Não sei como, mas consegui resistir, e ainda não acendi a lareira. 

E vocês, também vestem a vossa casa?




#desculpashámuitas - dia 10.11


[urso]


Não tem pelelinho mas é o meu urso fofinho ;)
 

domingo, 9 de novembro de 2014

Sunday's Music


Se eu me lembrasse quantas vezes já perdi a cabeça... foram tantas e por tão distintas razões. Lembro sim, onde e quando a perdi na maioria delas. Foi bom, muito bom, e ficam as recordações.

Talvez precise de a perder mais vezes...





Adoro esta versão do tão conhecido êxito de Gnarls Barkley, Crazy!

E assim, na loucura, desejo a todos uma excelente semana!

#desculpashámuitas - dia 9.11


[vela]


Lá ao longe, vai tranquilo, um barco à vela!
 

sábado, 8 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 8.11


[banheira]


Favor não incomodar! Estou na hora do banho! Ah e... a banheira é onde um gato quiser ;)
 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 7.11


[época]


Época de folhas caídas, árvores despidas...
 

Levar o lixo ao contentor às sextas-feiras...


... não tem sido fácil! Hoje foi assim!*


Hoje, depois de almoço e ao sair de casa, como de costume parei junto do contentor do lixo para deixar o saco. Assim que me aproximei ouvi o miar aflito de um gato bebé. Claro que me "perdi" logo ali, claro que se me acelerou o coração, Chamei por ele e a cada som que me saía da boca para fora, o miar dele era cada vez mais aflitivo. Não consegui vê-lo. O local está cercado por rede, tem silvas e um caniçal e o terreno faz um precipício fundo. Tive que ir embora porque tinha compromissos, mas assim que me despachei, de regresso a casa parei a latinha junto ao contentor. Ainda lá dentro e já o ouvia miar a pedir socorro. Fui à procura de gente daquele terreno. Encontrei um senhor, pedi-lhe ajuda. Disse-me que não conseguia porque não vê e era impossivel conseguir lá chegar. O senhor foi chamar uma vizinha que veio logo em auxilio e enquanto isso vi mais de vinte gatos naquele terreno, de todas as cores e todos adultos, gordinhos, bem tratados mas fugitivos... "ninguém lhes põe a mão em cima" disse a cuidadora assim que chegou. Têm comida e abrigo, todos eles.
- Cada dia são mais. - continuou ela.
- Uma senhora daquele andar, viu esta semana, parar aqui um carro e largarem quatro. - acrescentou, revoltada.
- Bolas! Bolas! Bolas! - eu a espumar.
- Aquele que pede socorro está lá bem no fundo, não consegue sair e nós não conseguimos lá ir. - eu a desesperar.
E não conseguimos. Ele lá ficou. Será que amanhã ainda lá está? Será que amanhã há alguém que consiga ir lá?



*entretanto conto outro episódio de outra sexta-feira.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 6.11


[cacto]


Não tenho um cacto! Por razões desconhecidas, não os aprecio... deve ser do ar árido e seco em que se dão bem ou dos picos, sei lá... mas tenho estas duas suculentas dentro de um copo com água... ambiente quente e seco combina muito melhor comigo e, não têm picos ;)
 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 5.11


[sobretudo]


Petit e Lira agarradinhos! Sobretudo porque a descida de temperatura foi brusca... brrrrrr!
 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 4.11


[raio]


Aquele risco do chão ao portão é um raio de sol! Depois de uma grande chuvada...
 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

#desculpashámuitas - dia 3.11


[a começar por J]


Jogamos?

 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...