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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Outra coisa que me está a preocupar...


... é a queda de produção do cacau!

Bem que tenho vindo a sentir o aumento do preço do chocolate e eis que, surge esta catastrófica notícia... então os asiáticos descobriram agora este combustível? Esse continente bué bué bué grande todo mergulhado no chocolate? Ai xazuzi... qu'sso é que não!

Um quadradinho por dia, do negro quanto mais negro melhor, nem imaginam o que eu perdia...


Pequeno apontamento...


... sobre o rumo de um país e, o que me vai na cabeça!

Se daqui a cem anos Portugal ainda existir como designação de um país, se daqui a cem anos existirem escolas e alunos e se daqui a cem anos a disciplina de História fizer parte do plano escolar... pobres alunos e desgraçados dos professores.
- Como é que se vai ensinar esta época da história de uma nação?
- Como é que os alunos a vão perceber?

A crise de valores é a que mais me preocupa! Hoje!

Em calhando, nessa altura, talvez só se estude latim, matemática, física, química, nova geografia...

domingo, 8 de dezembro de 2013

Sunday's Music






O líder mundial da luta pela Paz e pela igualdade racial deixou ao mundo um exemplo de força e coragem! Descansa em Paz Nelson Mandela!

A todos, boa semana, plena de paz!


sábado, 14 de janeiro de 2012

Shiuuuu...


... estou a ver o primeiro episódio do novo programa da Sic Notícias!




Conversas Improváveis, gravado ontem no Teatro Miguel Franco em Leiria. Só não estive presente porque os bilhetes esgotaram enquanto o diabo esfregou um olho.

Grande e excelente aposta para a primeira de uma série de entrevistas. Marcelo Rebelo de Sousa e Ricardo Araújo Pereira, duas figuras do panorama nacional que admiro até à alma.


Sim, está a gravar para ver e rever... ;)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Não há corpo que aguente...


... este calor em pleno Outono!



Tem sido sufocante para mim e muito difícil de suportar tão elevadas temperaturas. Até os neurónios andam derretidos e, se a coisa não muda de figura e bem depressa, começo a pensar seriamente em emigrar... talvez para o pólo norte.

Será que há por lá crateras no orçamento ou serão apenas inofensivos buraquinhos no gelo?


(só me apetece asneirar)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Está tudo louco...

... ou serei eu a anormal???

Euzinha, Cenourita Maria, que este ano implementei uma nova tradição de Natal na tasca, nada de trocas de prendas nem excessos de espécie alguma (há anos que eu lutava por esta causa), que este ano e nesta época andei completamente alheia às confusões das lojas, dos centros comerciais e das compras... hoje, tive necessidade de me deslocar ao big shopping cá do burgo. Comecei por me espantar com as filas de trânsito até lá chegar. À entrada para o parque, o senhor segurança não permitiu a entrada do latão do meu Ambrósio no estacionamento, diz que tá tudo cheio... Meia volta e tentativa de resolver a necessidade por outro lado. Centro da cidade, xiiii... mas o qu'é qu'é isto???

- São os saldos! - bradava o Ambrósio.
- São quem? - questinava eu que não reconhecia esses gajos de lado nenhum.
- Mas onde raio se meteu a Crise? - resmungava o Ambrósio.
- Uh! Essa senhora? Deve ter ido de viagem... para um réveillon à grande num qualquer destino far far away from here! - eu, num suponhamos.

Quinze dias antes do Natal não se podia ir a lado nenhum e, parece que continuamos na mesma. E ainda dizem qu'isto tá mau... Deve estar, deve! Mas é só para alguns! Arre Macho!


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Português...

... de Portugal é a nossa língua mãe!

Os estrangeirismos foram-nos injectados pela mente dentro. Há muito que se pode considerar que invadiram a língua portuguesa, fazem parte do nosso dia-a-dia, do nosso vocabulário. Na sua maioria vocábulos com origem na língua inglesa e francesa. Têm crescido como cogumelos nas matas em tempo de outono. Confesso que sempre lidei bem com eles, que faço uso de uma boa dose deles e que sem eles... ficaria muitas vezes embaraçada.

O que seria de nós sem termos como por exemplo: marketing, know how, atelier, bungalow, shopping, croissant, link, t-shirt, site, share, coffee-break, fast-food, e muitos, muitos mais.

Entranharam-se de tal maneira que se tornaram em linguagem corrente!

Com a evoluçãos dos tempos e consequente transformação progressiva das mentes, outros vocábulos têm surgido, a partir da malta jovem e que por convivência, até muitos adultos os utilizam. Quem não ouviu e até repetiu, a princípio com uma certa relutância, termos como: bué, bazar (no sentido de ir embora), dahh, yah, tasse, fonix, dasse, e muitas outras mais que agora não me lembro? Pois... também eu me rendi a elas.

Primeiro estranham-se, mas depois entranham-se!

Temos também a famosa gíria popular, as palavras derivadas com sentido irónico, as expressões castiças, os termos técnicos... enfim... um vocabulário extenso e rico que nos caracteriza como portugueses que somos.

Usamo-las na oral e na escrita, conhecêmo-las tão bem!

Agora, querem mudar isto tudo! Querem uniformizar a língua portuguesa de Portugal com a língua portuguesa do Brasil! E eu, e muitos de nós não aceitamos! Não que tenha algo contra o português que se fala e escreve no Brasil, até gosto, acho piada! Gosto da diferença da língua, da diferença das culturas. E é essa diferença que vou fazer questão de manter.





quarta-feira, 14 de julho de 2010

Desfigurada

Este foi o segundo livro que li da Colecção Documentos das edições ASA.


Retrata a história da vida real de uma menina nascida na Arábia Saudita e, que à força e segundo as leis da sociedade do Islão foi literalmente obrigada a se tornar mulher. Lutou contra tudo o que lhe era imposto mas mesmo assim não conseguiu de todo fugir das obrigações de um primeiro casamento negociado, festejado com toda a tradição e riqueza que se impunha e duramente vivido até à altura em que é repudiada pelo marido a devolvida aos pais. Para se ocupar e minimizar dor da vergonha, decide estudar, com uma filha nos braços e o grande apoio da mãe.

O curso de Radiologia não lhe despertava interesse, mas o convívio com outras alunas e o incontornável desejo de tornar a sociedade do seu país receptiva à aceitação da mulher com algum nivel de emancipação, de deixar de ser vista como uma sombra do pai ou do marido, de ser considerada nula em qualquer função excepto a de esposa e mãe, levou-a a conseguir obter algum êxito. Até que, pela mão de um vizinho e amigo chega a repórter de televisão onde se torna numa estrela na apresentação de um programa popular.

Novo casamento, um marido doentiamente ciumento, e cenas de violência extrema desabam em cima dela. Completamente proíbida de comunicar com alguém, fechada em casa e da profissão que abraçara afastada, certo dia é violentamente espancada e abandonada à porta de um hospital. Ficara desfigurada e a obra de reconstituição da sua face fora longa e dolorosa, mas Rania encheu-se de força e coragem, a sua imagem correu o mundo e auxiliada por pessoas importantes dessa mesma sociedade e outras noutros países, leva para a frente uma dura e longa batalha pela defesa dos direitos das mulheres.

É um excelente livro autobiográfico, dotado de muita coragem e inteligência, com uma mensagem estrondosamente importante e uma grande porta que se abre à alteração das leis fundamentalistas dos países islâmicos.


Não vou deixar aqui nenhum trecho, julgo que este resumo remete bem para o tema em questão e recomendo a leitura deste livro.


Aproveito para deixar aqui uma nota extra. À medida que ia avançando na leitura, vinha-me à ideia tudo o que tenho lido pelos nossos jornais. De há já muito tempo para cá, só se lêem desgraças, maridos que matam mulheres, namorados que matam namoradas e vice versa... violência extrema a que não estávamos habituados na nossa sociedade e, agora parece ser o mais comum... é assunto todos os dias... estas situações estão a tornar-se desmesuradamente constantes e para mim, tal como certamente para todos vós que me lêem, é chocante, monstruoso!
Deixo aqui algumas questões:
- Porquê?

- O que se passa com a nossa sociedade?

- Deixou de existir amor pelo próximo? Ou será o amor próprio que está em decadência?

- Será excesso de notícia que acaba por se transformar em publicidade com preço a pagar por quem não merece?



quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Pobres ovos...


... mas se a pontaria for boa, benditos ovos!!!

Não pertenço à classe dos professores mas como cidadã nacional e a par do que se vai passando por este país, quero aqui deixar o meu integral apoio na sua luta, afinal vivemos em democracia e temos o direito de nos revoltarmos e, lutarmos pelo que é justo!

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