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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Leitão Assado no Forno

Depois de anos a fio a comer leitão sempre da mesma maneira, assado, à Bairrada ou à Boavista (freguesia vizinha cá da tasca), nada melhor do que tê-lo fresquinho e caseirinho na arca, e ir fazendo experiências culinárias e versões diferentes desta carninha deliciosa.
A juntar a esta e a esta receitinha, desta vez saíu mais um belo petisco aprovado por todos os comensais... e, o cheirinho que pairou no ar enquanto o dito assou no forno??? Hummmmm...


Usei:
1 perna leitão golpeada + 5 costelinhas de leitão + metade da cabeça
Temperei com:
sal qb + massa de alho + colorau qb + vinho branco a olho
Untei bem a carne com os ingredientes acima e, deixei um dia e uma noite no frigorífico. Fui voltando a carne de vez em quando para absorver bem o tempêro.
Na hora de assar, juntei:
2 folhas louro
2 cebolas médias cortadas ao meio
bocadinhos de banha por cima da carne
Polvilhei com:
pimenta branca
Levei a assar em forno pré-aquecido a 180º, voltando a carne de vez em quando, cerca de duas horas. Nos ultimos minutos e para tostar melhor a pele, aumentei para 220º, corou de um lado, voltei e corou do outro.

Servi com arroz de feijão e... ai ai...

- Tirem-me o tabuleiro da frente!!! Por favor!!!

Por esquecimento, não tirei foto do prato devidamente servido... (a gula nem me deixou pensar nisso), por isso fica apenas a única foto que tirei assim que coloquei o tabuleiro na mesa.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Costelinha de Leitão


Depois de um interregno na publicação de petisquinhos made by Miss Carrot, cá estou eu para vos fazer crescer água na boca com estas espantásticas, maravilhásticas, deliciásticas, golusásticas e aromáticas... Costelinhas de Leitão!
Carninha caseirinha, de um paladar fora de série, muito apreciada por todos os comensais da Tasca, acompanhada de um arroz selvagem com milho, uma bela salada de tomate biológico, daqueles bem grandes, enrugados, cheios de molhinho... mnham mnham mnham... e, como não podia deixar de ser, uma garrafinha de Currais Tinto ;) para dois, Cenourita e Nino, e um suminho para a menina Titó que ainda não aprendeu a gostar de uma boa vinhaça a acompanhar um bom petisco.

12 costelinhas de leitão
6 dentes de alho picado bem fininho
2 folhas de louro
sal qb
alecrim qb

Temperei as costelinhas na véspera à noite, já na assadeira pronta a entrar no forno, com o sal, o alho, o louro e o alecrim. Reservei no frigorífico até ao dia seguinte e à hora de começar a confeccionar o almocito.

1 cebola inteira
1 copo de vinho branco
1 bom fio de azeite
1 colher de chá de pimentão em massa

No meio da carne coloquei a cebola inteira apenas com uns golpes ao alto para ir assando e largando aquele gostinho. Deitei o vinho branco e o azeite e de seguida salpiquei tudo com a massa de pimentão. Levei ao forno a 180º cerca de 30 minutos (forno pequeno que é mais rápido do que o outro) e enquanto isso, cozi e escorri o arroz selvagem com uma pitade sal e juntei-lhe milho à mão cheia (assim como quem atira milho às galinhas, estão a ver???)

O Nino fez a saladinha, temperou azeitonas e abriu a garrafa do vinho para respirar. A Titó pôs a mesa num abrir e fechar de olhos, sentou-se à espera...

- Mas ainda falta muito? Tou cheia de fome! E esse cheirinho está a dar cabo de mim...
- Tem calma Titó... está quase! - a Cenourita a dar uma viradela na carne.
- Vai comendo um pouco dessa saldinha divinal com pão, serve de entrada. - aconselhava o Nino.

De repente... tudo à mesa, Lira Maria Princesa incluída, tem sempre o lugar dela reservado e...


- Hummmm!!! Quem cozinhou este petisco percebe do assunto!!! - os dois em coro.
- Não sei quem foi, não me lembro de nada - Cenourita a piscar o olho.
- Nhau... nhanhau! - Lirinha a snifar o aroma que pairava no ar.

E agora... rufam os tambores e...

A mudança de visual da administradora da Tasca...




Depois de anos e anos a fio, com o cabelo preto ligeiramente escadeado e a roçar o meio das costas e quase sempre liso e direitinho, no inicio do passado verão, Junho se não me engano, resolvi cortá-lo pouco abaixo dos ombros e escadear um pouco mais. Como a idade vai avançando dia após dia e as preocupações e agruras da vida também vão fazendo das suas... caíu-me cerca de metade da minha densa cabeleira e o que permaneceu agarradinho à minha cabecita desmiolada, embranqueceu de tal modo que se não lhe espetasse com umas "boas latas de tinta" quase parecia um muro alentejano caiado de branco mais branco não há, e a faixa em vez do azul ou amarelo típico era preta... em sinal de... nem sei bem o quê, talvez... homenagem ao Boavista eheheh!

Agora está castanho escuro com umas madeixitas douradas, que estranho quando me olho ao espelho, mas porque hei-de eu ser tão conservadora???

Gostei do resultado, o pessoal da Tasca também e até faz bem mudar de visual de vez em quando ;)



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