Os Meus Artigos
terça-feira, 31 de maio de 2011
Que atire a primeira pedra...
domingo, 29 de maio de 2011
Sunday's Music
sábado, 28 de maio de 2011
Uma paixão...

quinta-feira, 26 de maio de 2011
44...

quarta-feira, 25 de maio de 2011
Isto será...

terça-feira, 24 de maio de 2011
Este clima tropical...
... só lembra as Caraíbas!



segunda-feira, 23 de maio de 2011
Sobre os selos...

domingo, 22 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Mais um Top Ten...

segunda-feira, 16 de maio de 2011
O rabo é sempre...
Foi num destes dias, em que curiosamente estava em conflito comigo própria, sem razão aparente e, sem ter ainda decidido o que fazer para o jantar que, fiz as pazes com cinco rabos de bacalhau desesperados por brilhar à mesa da tasca.
LASANHA DE BACALHAU COM ESPINAFRES E CENOURA

5 rabos de bacalhau (grosso)
1 molho espinafres
placas de lasanha (usei de espinafres)
2 cebolas médias
1 cenoura
3 dentes alho
azeite qb
pimenta preta qb
molho bechamel qb
queijo ralado qb
Comecei por escaldar (uma cozedura ligeira) os rabos de bacalhau em água a ferver. Retirei, deixei arrefecer, desfiei e reservei. Na mesma água dei uma escaldadela aos espinafres. Retirei, deixei escorrer e reservei. Num tacho coloquei a cebola em meias luas, o alho picado, a cenoura ralada, um bom fio de azeite e uma concha de sopa da água de cozer o bacalhau e os espinafres. Deixei estufar bem. Juntei o bacalhau desfiado, temperei com um pouco de pimenta moída na altura, envolvi bem, juntei mais uma concha de sopa do caldo da cozedura e deixei apurar. Passei à fase de montagem da lasanha. Cobri o fundo de um pirex com molho bechamel. Por cima uma camada de lasanha, depois uma camada de bacalhau seguida de outra de espinafres. Repetir a camada de placas de lasanha, bacalhau e espinafres e terminar com uma de lasanha. Regar tudo com molho bechamel, polvilhar com queijo ralado a gosto e levar ao forno pré-aquecido a 200º até ficar douradinho por cima.
Não sei se repararam, mas não usei sal nenhum. O bacalhau, embora demolhado, já tem a sua dose de sal, o bechamel que usei foi do de compra e também já é temperado qb, por isso acho que o sal é dispensável.
Bom demais! :)
domingo, 15 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O verdadeiro poder...
- Meninos! A Mãe Bela chegou!
Os meninos, mudos e calados. Novo chamamento e nada.
- Mau! Isto não é normal!
- Meninos! A Mãe Bela chegou!
E, nada! Quais meninos quais quê? Nada de recepção habitual com marradinhas e cheiradelas que vão dos pés à cabeça na tentativa de, pelo faro, conhecerem a detalhe o que e por onde a mãe de família teria andado. Contrariando o usual, largo a pasta, a carteira, os óculos de sol e as chaves em cima da mesa da cozinha e vou “à caça” dos meninos miaus.
- Ehlah! O que se passa aí meninos?
No meio da sala, de bigodes assentes no chão e sem o característico virar da orelha perante a minha presença, formavam um círculo.
- Meninos! Goblins??? (termo que usamos quando eles andam aos saltos para apanhar algo que não se vê – duendes)
- Enxergo mal meninos!
Levanto-me rapidamente na intenção de procurar uma lupa. De repente, lembro-me que não a tenho.
- Raios! Macacos me mordam se não vou aos chineses comprar uma lupa!
Baixo-me novamente e, naquela espécie de circunscrição detecto uns nano-bichinhos que bailam e se espezinham em simultâneo.
- Formigas! Ai formigas! Ai tantas formigas juntas!
Eles levantam os bigodes do chão, olham esgazeados para a mãe histérica e dizem-me com o olhar:
- Shiu Mãe Bela! Cala-te que os assustas! Eles estão a dançar e nós estamos a aprender!
- Meninos! São formigas!

Corro para a cozinha, abro o armário dos detergentes e procuro apressadamente um insecticida que não encontro. Pela mão passa-me um e outro e mais outro, olho para o limpa vidros e murmuro:
- Este tem amoníaco! Deve matá-las!
Pego num outro poderoso, e:
- Ehpah! Este também deve ser eficiente!
Com um em cada mão, corro para a sala e desato a esguichar Cillit Bang por cima das formigas. O baile termina. Elas tentam fugir em todas as direcções. O meu poder de as borrifar com aquela espécie de espuma branca não abranda. Disparo por todo o lado. Atinjo-as. Elas tentam escapar à minha fúria mas torna-se difícil. Os miaus, que entretanto deram uns passos atrás, olhavam a cena estupefactos. O chão de tijoleira vermelha estava coberto de espuma branca. Acalmei os ânimos, chamei os meninos para a cozinha e fechei a porta da sala. Guardei as armas mortíferas no armário e… fui à minha vidinha doméstica.
Uma horita depois volto à sala. Suspiro de alívio.
- Meninos! As Bin Ladens morreram todas!
Pego na esfregona e elimino as provas do terrorismo. E tudo volta ao normal… paz na tasca!
domingo, 8 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Há jantares...
- Mãe Bela! Hoje tenho que jantar cedo!
- Hummm! Ai é?
- O mais tardar às dezanove e quarenta e cinco!
- Hummm! Ainda bem! Tu até sabes que eu gosto de jantar cedo...
Este foi o diálogo entre mãe e filha numa manhã desta semana. Aqui na tasca, e por norma, ambas acordamos mudas, ou de poucas falas, vá! É o despachar em silêncio ou com uns breves, hummm, ahhh, ok, pode, fica, está e termina sempre com um até logo. Isto é genético e passou na perfeição de mãe para filha e só se fala mais qualquer coisita quando os meninos miaus resolvem fazer algum disparate chamando a atenção das donas para a conversa matinal que mal se ouve. Isto é aquilo a que se pode chamar o começar do dia com tranquilidade, para depois do motor aquecer, se desenvolver ao ritmo necessário de combater esta guerra a que chamamos vida. O dia passou bastante rápido, foi agitado e quase chegou a hora pedida pela menina e a Mãe Bela nem do jantar se tinha lembrado.
- Mãe Bela! São sete e meia! O jantar?
- Titó, o jantar sai já!
- Mas... já está feito?
- Não Titó! Cheguei agora à cozinha!
- Mas... mas... mas...
- Titó! Tu não me stresses mais que o que eu já estou!
- E vais fazer o quê?
- Qualquer coisa!
Assim saiu, qualquer coisa de bom!
NOODLES Al Uovo e Frutos do Mar

esparguete qb (para duas pessoas)
2 ovos
2 dentes alho
azeite qb
cebolinho qb
sal qb
1 embalagem de Ralado do mar Krisia (uma espécie de delícias do mar, raladas, frescas, embaladas em vácuo)
2 colheres de sopa de molho de Soja
Num tacho com água a ferver, um fio de azeite (para a massa não ficar colada) e uma pitada de sal, cozi o esparguete inteiro e al dente, escorri, passei por água fria e reservei. No wok, deitei os dentes de alho laminados, um fio bom de azeite e o cebolinho cortado miudinho. Liguei o bico do fogão com bastante calor e de seguida, deitei os dois ovos e desfiz com o garfo de madeira, mexendo sempre. Juntei o esparguete e o ralado do mar, envolvi bem e deixei saltear ligeiramente. Verti o molho de soja (nesta altura salpiquei o fogão e a parede toda, tal era a pressa), dei mais umas voltinhas na mistura toda com o garfo e servi directamente nos pratos com uma folhinha de poejo.
- Titóóóóó!!! Está na mesa!!!
- Ai Mâe Bela! Não precisas gritar tão alto... olha eu aqui ao teu lado...
- Uh! Nem tinha reparado!
- Isso é comida japonesa?
- Sim Titó! Uma espécie japonesa ocidental de Portugal à moda da tasca ;)
Nota: o esparguete da loja do ti Belmiro traz tagliatelle misturado, por isso vêem umas massas mais largas na imagem :)
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Eu, Petit Manuel...
Faz hoje três aninhos que nasci. Pouco mais de um mês depois fui adoptado pela família humana da tasca. Houve alguma dificuldade na escolha do meu nome porque a Mãe Bela sempre teve o hábito ou o dom, não sei, de baptizar os animais assim que os olhava nos olhos. O olhar de cada um deles transmite uma qualquer mensagem que ao chegar-lhe aos neurónios acordados, faísca-lhe uma luzinha e tungas… sai o nome do bichinho. Comigo foi diferente e, eu sei destas coisas todas porque a minha Mãe Bela conversa tudo comigo e quando achou que eu já tinha idade para perceber, contou-me a história toda. O meu olhar baralhou-a e eu troquei-lhe as voltas com uma ganda pinta. Eu era muito pequenino e muito travesso, pregava-lhe rasteiras e grandes partidas, parecia um relâmpago sempre a correr e a saltar, trepava tudo e cabia na mão da minha mãe. Ela olhava-me nos olhos e dizia:
- Petit! Tão petit que tu és meu maroto!
E assim fiquei eu baptizado de Petit Manuel. E parece que foi ontem e já tenho três anos. Sou um gato crescido, tenho um feitiozinho muito especial, sou muito meigo e sociável mas não ando sempre a rir. Sou o gato-mor da família, sou o chefe da cambada felina e tenho que impôr o respeito, senão… isto era a rebaldaria total.
Ontem só se falava na minha festa de aniversário e a Mãe Bela até me obrigou a uma sessão fotográfica especial. Só colaborei porque a fotógrafa é uma verdadeira artista e a minha mãe me prometeu que íamos, os dois… ser capa de revista :)

Para a minha festa, a minha mãe fez este bolinho... Tão bom! Miau Miau Ron Ron...

Para o bolo :
7 ovos inteiros
250 gr açúcar
250 gr farinha para bolos com fermento
2 colheres sopa de sementes de papoila
Bater os ovos inteiros com o açúcar durante alguns minutos até que fique um creme bem fofo. Juntar a farinha e as sementes de papoila e envolver bem mas sem bater. Levar ao forno pré-aquecido a 180º em forma bem untada com manteiga e polvilhada com farinha cerca de vinte minutos.
1 tablete de chocolate branco
1 pacote natas
4 quadrados de chocolate preto
Levar numa caçarola ao lume, o chocolate branco juntamente com as natas. Deixar derreter bem envolvendo e mexendo sempre com uma colher para não pegar. Retirar do lume e barrar o bolo desenformado. Deixar um pouco da mistura, juntar-lhe o chocolate preto e levar de novo ao lume até derreter. Depois de barrado com o chocolate branco vai uns minutos ao frigo para solidificar. Depois, retira-se e aplica-se o molde da patinha que fiz em papel, e preenchem-se as almofadinhas da patinha com o chocolate escuro. Vai de novo ao frigo mais uns minutos e…
- Meninos! Está pronto!

A minha Mãe Bela, fez-nos esta surpresa e ralou-se para tirar a foto… nós não saíamos de “cima”! Eheheheh
Miau Miau Ron Ron »^.^«
domingo, 1 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Tagliatelle com Salmão Fumado
- Não gosto de salmão!
- Não gosto de salmão fumado!
Dizia eu até há uns dois anitos atrás, mais coisa menos coisa. E imaginem eu, que sou daquelas pessoas que diz que gosta de tudo e que de repente começa a pensar bem e acaba por encontrar meia dúzia (não mais) de coisitas que não gosta ou que dispensa sem sacrifício. É óbvio que me estou a referir a comezainas, porque quanto a outros e demais variados assuntos, há muitas coisas que não gosto e também há muitas que gosto e, porque gostos não se discutem…
- Afinal eu adoro salmão!
- Tchiiii… Salmão fumado! É do melhor!
Assim e sem explicação, porque nem tudo tem que ser explicável, eu aprendi a gostar de salmão e confeccionado de qualquer maneira (só ainda não provei cru). Perante esta aprendizagem de gosto e aproveitando a Titó ter ido passear de fim de semana, alambazei-me com este pitéu!

250 gr tagliatelle fresco
160 gr salmão fumado
1 cebola
1 dente alho
1 fio de azeite
1 colher chá de ketcup
100 ml natas
orégãos qb para polvilhar
Num tacho com água abundante e fervente sem sal levei a massa a cozer al dente. Escorri e reservei. No wok, deitei a cebola e o alho bem picados e o ketchup, reguei com um fio de azeite e acendi o bico do fogão. Juntei de seguida o salmão fumado e fui mexendo com o garfo de pau até estar tudo bem misturado e ligeiramente cozinhado. Adicionei as massas, reguei com as natas, envolvi muito bem, retirei do lume e servi no prato. Polvilhei com orégãos.
Sentei-me à mesa, servi o meu copo de vinho tinto alentejano, peguei nos talheres e… jantei na companhia preciosa da minha Família Felina Feliz! Até eles lambiam os bigodes só de cheirar o pitéu! :)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Abreviaturas...

segunda-feira, 25 de abril de 2011
Pudim de Morango com Cobertura Tosca de Chocolate

Para o pudim:
500 ml leite
1 lata leite condensado
100 ml natas
350 gr morangos
2 saquetas cuajada
Para a cobertura:
½ tablete de chocolate de culinária
100 ml natas
1 morango com o pé
No liquidificador deitar todos os ingredientes para o pudim e deixar envolver muito bem toda a mistura. Depois, levar ao lume mexendo sempre para não pegar e deixar ferver durante um a dois minutos. Retirar e verter para um recipiente previamente molhado e escorrido de água fria (usei uma taça lisa de inox que permite desenformar muito bem). Levar ao frigo até solidificar (deixei durante a noite). No dia seguinte, desenformar o pudim para um prato e preparar a cobertura. Numa caçarola ao lume, derreter o chocolate juntamente com as natas, mexendo sempre até que se forme uma pasta grossa e homogénea. Deitar sobre o pudim e espalhar com a ajuda de uma espátula. Enfeitar com um ou mais morangos por cima e levar novamente ao frigo até à hora de servir.

Fica uma sobremesa de excelente textura e sabor e, pouco doce para não enjoar. Quem preferir mais doce, basta juntar um pouco de açúcar à mistura da cobertura e de preferência em pó.
Para mim e para quem se lambeu com este pudim, ficou perfeito!
domingo, 24 de abril de 2011
Sunday's Music
Hoje acordei a ouvir a polémica Gaga e, sabe-se lá porquê... passei o dia com este Bad Romance nos ouvidos...
sábado, 23 de abril de 2011
Engana-me Que Eu Gosto

Para se safar desta mentira, ele tem de pedir à sua assistente, Katherine (Jennifer Aniston), que faça de conta que é a sua mulher. Mas, inesperadamente, vão surgindo vários acontecimentos e as mentiras continuam a aumentar, ao ponto em que os filhos de Katherine são envolvidos.
É então que toda a gente parte para o Hawaii, para um fim-de-semana que lhes irá mudar a vida.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Bolo Rústico de Milho...
Para o pequeno-almoço, a minha bebida preferida é sem dúvida o sumo natural de laranja. Desde há uma semana que ando a consumir estas laranjas bem cheirosinhas e sumarentas, espremendo duas para o meu copo. O cesto foi esvaziando, mas sem lugar para elas no frigo e sujeita a que se começassem a estragar, resolvi espremer uma boa parte delas, deitar o sumo numa garrafa de vidro apropriada e assim guardá-lo já preparado e bem conservado. Tenho ouvido dizer que o sumo assim perde propriedades, acredito, mas para mim é preferível adiantar o serviço assim do que permitir que este citrino que tanto gosto, se estrague. E de manhã ao acordar é tudo mais rápido.
Assim, e para também não desperdiçar meio pacote de natas que abri para usar no jantar de ontem, e aproveitar o forno quente, resolvi inventar um bolito rápido e que superou as minhas expectativas.

2 canecas bem cheias de açúcar amarelo
2 canecas mal cheias de farinha de milho
4 ovos inteiros
200 ml sumo natural de laranja
100 ml natas
Bater muito bem o açúcar com os ovos até ficar um creme bem fofo. Juntar a farinha e envolver bem e de seguida o sumo de laranja e as natas batendo novamente. Untar uma forma de chaminé com manteiga e polvilhar com farinha. Deitar a massa e levar ao forno já quente a 180º cerca de quarenta minutos.
Um bolito simples, rápido, saboroso e que soube tão bem ao pequeno almoço… fez-me lembrar os pequeno-almoços dos Turismo Rural :)
terça-feira, 19 de abril de 2011
Ele há dias...
... em que parece que só conheço um modo verbal!
E há um dia em cada semana que não me safo de o conjugar num ou outro modo. Há um dia em cada semana que me dedico à árdua tarefa de montar a tábua na cozinha, colocar em cima da mesa uma pilha valente de roupa, ligar o ferro e... concentradíssima na obra, é ver lençóis, toalhas, pijamas, camisolas, calças, etc e tal, num brinquinho pronto a arrumar e voltar a usar. Nunca me livro de umas boas duas ou mais horitas de mente em grande acção. Ah sim, porque passar a ferro implica ter as mãos ocupadas, os olhinhos fixos na roupa para não fazer asneira e... a cabeça??? Essa pobre coitada não tem direito a descanso, nem enquanto se dorme. Daí e perante um acto quase mecanizado, as idéias correm os cantos mais recônditos dos sítios todos possíveis e imaginários e, quando dou conta estou a desfiar "ses" atrás de "ses"... Hoje foi o dia do pretérito imperfeito!
- Se eu já lá tivesse ido...
- Se ela me trouxesse aquilo...
- Se eu pusesse aquilo ali...
- Se eu tirasse isto daqui...
- Se eu fizesse assim... e se fosse tudo assado...
Os "ses" são tantos que de repente dei conta que me perguntava a mim própria_
- E se recheasse os peitos de frango?
Foi isso mesmo! Tinha deixado a descongelar três peitos de frango para o jantar. Tinha que os preparar de uma forma prática e gostosa e, no meio da teia de pensamentos, ocorreu-me recheá-los com farinheira de cogumelos.
PEITO DE FRANGO RECHEADO COM FARINHEIRA DE COGUMELOS

3 peitos de frango
1 farinheira de cogumelos
1/2 pacote de sopa de cebola
100 ml natas
Abri os peitos de frango ao meio e cortei a farinheira em três pedaços. Coloquei cada pedaço dentro de cada peito da carne e fechei com palitos. Num prato, deitei a sopa de cebola e passei por ela a carne já recheada. Untei um tabuleiro refractário com óleo e dispus a carne. Reguei por cima com as natas e levei ao forno a 180º cerca de quarenta minutos. Para acompanhar, saíu um arroz também de cogumelos.
Que rico petisco! ;)
Ah! E, da roupa engomada... falta arrumá-la e isso fica para amanhã!
domingo, 17 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Um bolo para lá de bom...

