Os Meus Artigos

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Que sucesso...

... de sobremesa!

Aquando da altura do Desafio do Dia da Cor, registei muitas sugestões que me encantaram. Ainda só confeccionei uma, e até já a repeti! O pessoal todo da tasca adorou e, não sei se por artes mágicas ou devoranço... ele desapereceu (das duas vezes) num estalar de dedos.

A sugestão é da Cuca do blog As Nossas Vidas. Obrigada Cuca, se não fosses tu eu não teria devorado hoje depois do almoço, a ultima fatia deste pudim maravilhoso! Eheheheh ;)



PUDIM DE DOCE DE LEITE



1 lata leite condensado cozido (usei normal)
1 pacote natas
0,5 l leite
2 pacotes cuajada
caramelo líquido qb

Dissolver bem a cuajada num bocadinho do leite e acrescentar o restante (usei a varinha mágica). Juntar as natas e misturar bem, depois o leite condensado mexendo muito bem. Levar ao lume brando até engrossar mexendo sempre para não pegar. caramelizar uma forma e deitar o preparado. Levar ao frigo para solidificar bem.

É tão bom, tão bom, mas tão bom... que o melhor mesmo é experimentarem! Ok, eu sou fã de pudins, o resto do pessoal não era, mas... está a ficar ;)


domingo, 26 de setembro de 2010

Sunday's Music

I really love this music!



Sometimes we're so blind to see...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Desafio marado...

- Nhaaauuu Nhanhau!
- Pulinho! Anamos qui faxeri?
- Nhanhanhanhauuu!!! RRReeenhanhanhanhaaaauuuuu!
- Ai mô pupuli! Mô pupulinho!
- Nhanhanhanhanharrreenhanhanhaaaaauuuuuu!
- Xixa pah pulinho!
- RReeenhooonhooonhaaaanhaaaauuu!

Compreendo que não estejam a perceber nada, mas isto é real. Uma conversa onde os dois intervenientes se entendem na perfeição. Ambos sabem o que dizem e o que querem, não se mal-entendem, não se julgam e sempre que um pede, o outro dá e, vice versa.

O desafio que vos proponho é o seguinte:

1º - Identificarem os protagonistas.
2º - Traduzirem o diálogo em linguagem corrente ou Descreverem o que um diz ao outro.

Pode parecer dificil, mas garanto-vos que não é! Basta acompanharem esta destrambelhada tasca e seus habitantes para decifrarem o caso.

Está excluída a participação da menina Titó (querias eu sei, mas não podes! nem dar dicas a ninguém Óviste TitÓ?)

A participação neste desafio terá que ser feita através da caixa de comentários de modo a que todos os que participam possam acompanhar o seu desenrolar. Podem participar as vezes que quiserem, não há limite e até podem sacar ideias uns dos outros.

Poderei ou não ir dando umas dicas, muito ao de leve, dizendo se está "quente" ou "frio".

Prémios:

Sim, há prémios e para todos. E constam de uma surpresa engraçada relacionada com o assunto.

1º Lugar - para quem acertar ou mais se aproximar daquilo que é real.
2º Lugar ao ...9999999º - para os todos os restantes.

Como podem verificar ninguém vai ficar em ultimo lugar, haverá um primeiro e todos os outros ficarão em segundo lugar execquo.

O desafio vai decorrer até ao próximo dia 1 de Outubro e no dia seguinte, publicarei a resolução do desafio e respectivo resultado.

O intuito desta brincadeira é mesmo para nos divertirmos, participem e vamos rir até não podermos mais!


Porque rir é mesmo o melhor remédio!



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Na passada noite...

... enquanto eu me rebolava pelo meio dos lençóis, numa tentativa de encontrar o sono perdido e conseguir dormir, o Outono chegava ao nosso hemisfério. E, o meu Petit Manuel anunciou a sua chegada, enroscando-se a dormir com a Mãe Bela!


Algumas árvores já o vêm anunciando, amarelando algumas das suas folhas e deixando-as voar ao sabor do vento. Iniciaram-se as vindimas e a apanha da fruta da época pelos pomares. Os terrenos de cultivo começam a ser preparados para as culturas de inverno. Começa a pensar-se em comprar a lenha para acender a lareira. Guardam-se os trajes frescos e buscam-se alguns agasalhos, ainda que leves. Os dias estão mais pequenos e as sopinhas quentinhas apetecem a cada dia que passa...


Feliz Outono para todos!!!


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Goraz ao forno com cebolinhas e tomate cereja

Para um belo almoço
Este rico peixinho
Sem grande alvoroço
Cozinhado com carinho

Com algum tempero
Este Goraz fresquinho
Com muito esmero
Assado no forninho

Ervas aromáticas
Azeite, alho e sal
Cebolinhas simpáticas
Tomatinhos do quintal

Arroz de bróculos a acompanhar
E uma fatia de pão caseirinho
Bocas famintas a alimentar
E, uma garrafita de vinho

É muito simples a receita
E não menciono quantidades
Se tiverem alguma suspeita
Esclareço as dificuldades





Fácil, rápido e... hummm... delicioso!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

...?!





...
... ...
... ... ...

O Amor é uma decisão, ou é um sentimento?!





domingo, 19 de setembro de 2010

Sunday's Music

A ilusão permanece...



... até ao dia em que a desilusão lhe pega e... a leva para parte incerta!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O regresso à normalidade na cozinha da tasca...

... quase parece o regresso às aulas!

O inicio de um novo ano para os estudantes e também para os pais, educadores, professores e no fundo, para todos nós que voltámos a ver a malta jovem pelas ruas da cidade, nas paragens de autocarro, a caminho das escolas e daquela que há-de ser a sua vida futura em função das escolhas e oportunidades.

Nesta cozinha, as escolhas continuam difíceis e as oportunidades de confeccionar petiscos novos vão surgindo consoante a inspiração da encarregada de serviço contínuo, digo, administradora do lar, que é mais fino. As temperaturas continuam elevadas o que não ajuda muito, os apetites vão oscilando entre o nivel acentuadamente elevado e negativo:

- Mãe Bela! O jantar? Tou cheia de fome!
- Titó! Ai ainda nem sei o que há-de ser...
- Quero lasanha!
- Com este calor... só se a fizeres tu!

E,

- Mãe Bela! Não tenho fome, não faças jantar!
- Titó! Tens que te alimentar!
- Eu como qualquer coisita!
- Qualquer coisita não há!

Hoje, não foi diferente! Uma a descarregar as acumulações no novo maquinão engomador e, a destilar por tudo quanto era póro. A outra a estalar de cansaço... adormecida no sofá. De repente, passa um perú a fugir à fúria da engomadeira de serviço, atrás dele umas gambas abafadas de gelo e... ateia-se faísca na luzinha de presença da luminária desta chef do amanho doméstico e, de súbito, saíu este prato, bem gostoso por sinal!

BIFINHOS DE PERÚ AO MOLHO DE GAMBAS


4 bifes de perú
4 dentes alho
400 gr gambas descascadas e congeladas
azeite qb
sal qb
mistura de especiarias (pimentão e louro) qb
1 colher sobremesa molho cocktail da HEINZ

Temperei os bifinhos só com sal. Descongelei as gambas e levei-as à frigideira com o alho finamente picado e já ligeiramente frito no fundo coberto de azeite. Polvilhei com a mistura de especiarias e deixei cozinhar lentamente. Juntei os bifinhos e salpiquei com pinguinhos do molho cocktail. Tapei, deixei suar um pouco para fazer molhinho, voltei a carne e tapei novamente até estar completamente cozinhada.

Servi com esparguete al dente... e está pronto! Ficou PERFEITO!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O nosso mundo...


Cada um de nós vive num pequeno grande mundo.
Um mundo que não é só nosso.
Um mundo que é de todos.
Cada um de nós vive o seu mundo, o seu próprio mundo, dentro do mundo dos outros, que afinal não é só seu.
Revelamos ao mundo que é de todos, um pouco do nosso mundo, daquele pequeno grande mundo em que giramos mais depressa que o próprio mundo.
Manifestamos fraquezas e desejos, angústias e esperanças.
Celebramos alegrias e conquistas, sonhos e vitórias.
Cada um de nós divide o seu mundo com o mundo que é de todos.
Por laços de família, amizade, amor, simpatia, convivência...
Cada um de nós padece por si e por quem lhe é próximo.
Cada um de nós vasculha no seu pequeno grande mundo, força e coragem para reforçar o mundo que é dos outros.

Afinal... o mundo não é nosso, nem sequer o nosso próprio mundo!

Que a Fé e a Esperança prevaleçam no mundo que é de todos e, de todos os que mais sofrem e mais precisam!


domingo, 12 de setembro de 2010

Sunday's Music

Eu até gostava de ter ido vê-los hoje no Pavilhão Atlântico... mas como Roger Hodgson não estará presente... não m'importo.



E como sonhadora que sou... deixo-vos este maravilhástico, Dreamer!

sábado, 11 de setembro de 2010

A cozinha da tasca...

... retomou o seu normal funcionamento!

Depois das altas temperaturas deste verão em que simplesmente entrar na cozinha se tornava no mais dificil dos caminhos a percorrer, eis que o mês de Setembro nos brinda com manhãs mais fresquinhas, tardes quentinhas qb e noites muito agradáveis para quem não suporta altas temperaturas. Sinto que é nesta altura do ano que se consegue regenar o espírito e o corpo, pois o excesso de calor torna-o frágil e cansado, e é também nesta altura do ano que o organismo se prepara para a queda da folha, a chuva e o frio que a passos largos se aproxima.

Durante esta pausa na publicação de petisquices, a cozinheira não gozou férias (estão programadas para mais tarde) e é claro que a porta da cozinha também não esteve fechada a sete chaves. Saíram pratos simples, uns habituais, outros novos e algumas experiências. Uns, tão básicos que não mereciam destaque, outros, as foto desfocadas e outros nem a foto tiveram direito. Ah! Mas de alguns, até existe foto, mas... não me lembro como fiz! Senilidade? Talvez...

Esta semana o petisco mais devorado cá na tasca têm sido... FIGOS! Ai Figos! O meu fruto preferido! Abrir e comer, aos quilos e sem enjoar! Mnham mnham mnham! Quem vai acusar o toque vai ser a balança, mas para que ela não se manifeste... só lhe boto os pés em cima depois da temporada e, do desmame! Eheheheh...

Com as barrigadas deste fruto maravilhoso e com os dias assim mesmo como eu gosto, não apetece grandes comezainas. Por isso, hoje saíu para o almoço, esta simples salada!


alface qb
1 queijo Palhais*
tomatinhos cereja (da nossa horta)
azeitonas pretas descaroçadas e fatiadas
oregãos qb (muitos)

Arranjei, lavei e deixei escorrer a alface, as azeitonas e os tomatinhos. Cortei o queijo em quadradinhos. Coloquei na tarteira a alface, o quejo espalhado por cima, os tomatinhos e as azeitonas. Polvilhei com muitos oregãos e... está feito.

* Este queijo, foi outrora, dos meus favoritos para misturar em tudo o que eram saladas. Actualmente não gosto dele. Acho-o demasiado salgado e gordurento, daí não ter posto sal nem azeite na salada. Comprei uma embalagem com dois queijos, um já o tinha gasto noutra salada, hoje gastei este nesta, e só porque não gosto de deitar nada fora.


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Surpresas boas...

... são o melhor alimento para a alma!

Digam lá o que disserem, mas uma simples surpresa, feita com muito amor e carinho é o melhor que se pode receber de alguém. Através deste meu modesto cantinho na blogoesfera tenho conhecido pessoas para lá de extraordinárias. Tenho aumentado o meu circulo de amizades, daquelas mesmo verdadeiras, daquelas que já não se passa sem elas, daquelas cujas pessoas começam a fazer parte do nosso dia-a-dia, do nosso pensamento, da nossa vida!

Há uns dias atrás recebi cá três grandes Amigas, a Cláudia, a Carolina e a Isabel. De passagem e no regresso a casa de um passeio pela Beira Alta, pararam em Leiria para uma visitinha à Tasca e seus habitantes. Foi mais um momento maravilhoso de convívio, conversas, brincadeira, uma jantarada regada a groselha (cof cof cof), com direito a jardinagem e tudo! É que a minha menta e o mangericão estavam a ser vorazmente devorados por umas lagartinhas minúsculas que as minhas ricas vistas teimavam em não alcançar e, a Isabel não descansou enquanto não deu cabo delas. Eheheheh!!!

A Carolina deliciou-se a brincar com a Piu e com os Miaus... ver uma criança feliz é viver a felicidade também! E, presenteou-nos com este lindo desenho!


Chegadas a casa, no dia seguinte, a Carolina, com a euforia natural de uma criança, contava à avó o passeio dos dias anteriores, e claro, a passagem pela Tasca da Cenourita que ela adora. A avó, sempre muito atenta e dedicada começa a puxar pela imaginação e escreve... estes versos lindos para nós!


Vou fazer estes versitos
aos gatos e à caturrita
porque é a bela família
da casa da Cenourita.

Fazer versos para vós
jamais imaginaria
para gatos e passaritos
da cidade de Leiria.

A Carolina me disse
que muito se divertiu
a brincar com as amigas
e com a caturra Piu.

Quando se gosta de música
qualquer instrumento se toca
só para ver a dançar
essa gatinha Pipoca.

Também temos que arranjar
um belo dum carrossel
para pormos a rodar
o tal Petit Manuel.

Agora vou terminar
com um grande xi-coração
para a Titó e a Cenourita
para a Lira e o Napoleão.


D. Hortense


À D. Hortense e às três meninas maravilhosas da sua vida, deixo aqui um grande beijinho e um grande Bem-Hajam!

É por tudo isto e por muitas mais coisas que vale a pena ter um blog!
P.S.: Uns dias antes, também um casalinho simpático nos quis visitar, mas só a Familia Felina Feliz e a Piu estavam na tasca e não têm autorização para abrir a porta a ninguém. Ficou um bilhetinho na caixa do correio. :)


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pouca sorte...

... ou excesso de zelo?

Euzinha sou assim uma espécie de protectora de tudo o que me passa pelas mãos... assim como de tudo por onde as minhas mãos passam!

Falando de utensílios indispensáveis ao razoável funcionamento doméstico, cuido deles com todo o jeitinho e carinho, quase como se da mais fina porcelana se tratassem. Mas, não me parece bom procedimento este... eles precisam é de mau trato, berros e verdascadas, a ver se pelo menos respeitam mais a patroa ao invés de ingressarem na reforma antes da idade permitida por lei ou decretarem greve para a eternidade!

Por norma, quando resolvem virar costas ao serviço que lhes compete, os consertos ficam demasiado pesados na carteira e não compensam ou então a maleita é tão grave que se vão de vez. Ultimamente cá na tasca tem sido um vê-se-te-avias com aparelhómetros a dar o grito da discórdia e cá para mim... isto já se trata de um complot entre eles:

- Este mês vais tu para a eterna reforma!
- O mês seguinte vais tu de licença por doença!
- Oh tu aí! Podes ir no mesmo mês que o outro que é para ele não ir sózinho!

Eu só ainda não descobri qual é o cabecilha da rede... mas ando desconfiada com o frigorífico... também me tem pregado umas partidas valentes! Desde Janeiro deste ano qu'isto não pára... a placa do fogão, o aspirador, a caldeira do aquecimento, o forno pequenino, o ferro de engomar, o secador de cabelo, a torradeira, outra vez o ferro de engomar... para não falar dos xeliques do micro-ondas, do frigorífico, da televisão da sala, do telefone fixo... e parece-me que mais qualquer coisa que se me está a escapar... enfim...

Será que lhes faça um seguro de saúde? Ou um de vida? Será que não estão contentes com as regalias desta entidade patronal? Serão horas excessivas de trabalho semanal?


O ferro de engomar entrou na reforma para a eternidade sem sequer meter os papéis à aprovação... e eu, substituí-o e pronto! Toma! Vai buscar!



segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Notícias das últimas quase quarenta e oito horas...

... e, de duas baratas tontas!


A barata tonta mais velha, acorda, dá meia volta e tenta a todo o custo retomar o sonho interrompido. A barata tonta mais nova, acorda, levanta-se, faz uma xinfrineira do catano que até os gatos se assustam e a Miss Piu desata num berreiro e trepa grades acima da sua casinha na ânsia de que lhe abram a porta. A noite havia sido mal dormida, preocupações a latejar na cabeça de uma barata tonta, ansiedades aos pulos na cabeça da outra barata tonta. E, os bichinhos da tasca, taditos, sem culpa nenhuma... até eles andavam tontos.
- Titó! Pah! Tem calma! - a barata tonta mais velha a espumar pela boca.
- Mãe Bela! Pah! Qual calma? - a barata tonta mais nova impaciente e a revirar os olhos.
Planos para sair porta fora, andar sem destino, queimar gasóleo, hidratar as vistas e tentar dar sumiço às lagartas que se instalaram nestas duas mentes, completamente tontas!
Depois de um elevado número de tarefas a cumprir, lá saem elas, armadas em turistas, de chinelo no pé e óculos escuros nas trombas. Quais gajas boas vistas do lado de fora da latinha, e desmesuradamente tontas, do lado de dentro!
- Titó! Pah! Tem calma!
- Mãe Bela! Pah! Qual calma?
O disco mantinha-se riscado, não havia conversa, apenas preocupações e ansiedades.
- Por aqui? Ou por ali? - a barata tonta mais velha, indecisa.
- Por onde quiseres! Tanto faz... - a barata tonta mais nova, alheada.
A latinha adivinha-nos o pensamento e sózinha, com duas baratas tontas lá dentro, conduz-nos por caminhos até chegar ao mar. As conversas não faziam sentido, apenas pequenos sons se atreviam a sair daquelas duas bocas, privados de qualquer raciocínio, cortados pelos pensamentos, abandonados ao destino de cada mente... completamente tonta!
- Vamos parar aqui!
- Para quê?
- Apreciar a paisagem!
- Não, não é preciso!
Num acto mecânico que só ela sabe, a latinha imobiliza-se com confiança. Abre-se a porta e impulsionada pela vontade de respirar aquela brisa com cheiro a mar, a barata tonta mais velha salta de máquina fotográfica em punho.
- Só paraste para tirar fotografias!
- Salta daí! Anda ver as ondas!
- Não m'apetece!
- Apetece-me a mim!
A latinha segue o seu caminho, com paragem aqui, ali e acolá. O assunto não muda, as palavras fracas, os suspiros carregados, as mentes... completamente tontas!
- Titó acorda!
- Uh! Onde estamos?
- Aqui!
- Onde fica isto?
A brisa do mar não parecia, de todo, conseguir nutrir aquelas duas mentes tontas. Não brotavam raios de luz nem relâmpagos de deslumbre. O assunto não mudava, as palavras quase mudas, os suspiros firmados, as mentes... completamente tontas!
- Está na hora de regressarmos!
- Estamos de regresso!
- Uh! Onde estamos?
- Aqui!
Não fosse a latinha, um verdadeiro e confiante veículo de transporte de baratas tontas, ainda hoje e a esta hora... andariam por aí, completamente perdidas, duas mentes... completamente tontas!
Seguiu-se outra noite, de loucos, de voltas e reviravoltas, de sonos ausentes, de preocupações e ansiedades constantes e presentes... nestas duas mentes irreversivelmente tontas. Os gatos sem sono, alterados no comportamento. A Miss Piu sem sono, irrequieta no poleiro. As duas baratas tontas saltam do leito e a tão desejada notícia é finalmente revelada...
- Yes! Yes! Yes!
- Yes! Yes! Yes!
- Mãe Bela! Pah!
- Titó! Pah!
- Acabei o curso!
- Acabaste o curso!
- Estou Licenciada!
- Estás Licenciada!
Gritos e risos, sons histéricos. Mudou o assunto. As palavras fizeram eco! Os gatos saltaram para cima da cama de cauda em riste! A Miss Piu gritou alto sons novos e desajeitados! As baratas tontas não cabiam em si de felicidade e alegria! E, mesmo assim, têm a sentença lida... continuarão tontas, cheias de preocupações e ansiedades, mas... especial e completamente tontas!


domingo, 5 de setembro de 2010

Sunday's Music

Porque gosto, e...

... me faz sonhar com uma viagem a New York!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Aos empurrões...

... e sob muitas pressões, finalmente hoje acaba este mês de turbilhões, confusões, implicações, multidões, lamentações, ilusões, hibernações, enervações, abstenções... tudo aos milhões!

E, como não quero pensar nem recordar o que me desgastou tanto este Agosto, de calor insuportável e a rebentar de adjectivos desprovidos de qualidade minima aceitável, apresento-vos o nosso simples jantar de ontem. Uma volta pelo frigo e outra pelo stock da engorda, restinhos de ingredientes a suplicar consumição urgente e saíu este:

TAGLIATELLE COLORIDO


massa tagliatelle de duas cores (al uovo e legumes)
1 cebola picada
1 colher sopa molho alho Heinz
1 colher sopa ketchup
azeite qb
sal qb
1 lata cogumelos fatiados
fiambre fatiado
1/2 lata milho
tomates cereja qb (do meu tomatal)
oregãos (muitos)

Em água a ferver e sal, deitei as massas a cozer al dente. Numa frigideira anti-aderente, coloquei a cebola, reguei de azeite e deixei cozinhar um pouco. Juntei os dois molhos, o de alho e o ketchup, os cogumelos, o fiambre e o milho. Envolvi bem e deixei cozinhar cerca de 8 minutos em lume brando. Massa já cozida e escorrida, acrescentei-a e voltei a envolver e deixar apurar um pouco no molho que se tinha formado. Retirei do lume, deitei num recipente de ir à mesa, distribuí tomatinhos cereja cortados ao meio e polvilhei com uma mão cheia de oregãos. Arrefeceu um pouco, porque com o calor que se tem feito sentir é impossivel comer quente, levei à mesa da esplanada da tasca, e... já está! Fácil e rápido como convém!

Com esta invenção de ultima hora espero voltar à cozinha que tem andado muito abandonada, e também espero que as temperaturas baixem um pouco para que eu consiga cozinhar!


domingo, 29 de agosto de 2010

Sunday's Music

Because...



I believe I can fly...

sábado, 28 de agosto de 2010

Não sei bem...


... o que se passa comigo!

O mês de Agosto quase a terminar, tempo tão bom, e eu... ainda não pus os pés na praia, não fiz pic-nics, não fui a nenhuma praia fluvial, barragem ou piscina, não passeei pelo campo, não comi sardinhas assadas com pimentos, e... não fiz ainda tantas coisas que gosto nesta altura do ano.


Ando fechada na minha conchinha, isolada do mundo, longe de tudo e de todos... eu sei que isto não vale, eu sei que andar assim não me leva a lado nenhum a não ser ao avolumar do desencanto que se tem apoderado de mim e do meu tempo, eu sei... afinal eu até sei o que se passa comigo...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Coisinha mai linda...

... da minha dona!


A minha Piu! É um doce de caturra e esperta até dizer chega!

De manhã, assim que ponho os meus ricos pézinhos fora da cama, desata numa piadeira desgraçada. Um corropio maluco de um lado para o outro dentro da gaiola e assim que chego à cozinha já ela me espera, prontinha para sair e passar o dia onde bem lhe apetece. Abro a porta da casinha dela e viro-lhe as costas, nem imaginam... fica possessa! Sai sozinha, atira-se para o chão e vem dar-me os bons dias com beijinhos nos meus pés. Ando eu de um lado para o outro na cozinha a tratar do pequeno almoço e ela a passear em cima de mim. Quando se cansa, vai de fazer o circuito habitual pela tasca, acho que vai passar a revista a ver se está tudo no sítio. Parece uma galinhita a gingar-se toda no andar e, o som das patitas dela no soalho de madeira... é o máximo. Passa pela familia felina feliz e faz-lhes a vénia matinal, eles olham para ela e deixam-na seguir o seu caminho. Volta para a cozinha, sobe um cesto e instala-se na asa dele, trata da sua higiene, passa a bico fino cada pena, sacode-se e fica à espera de conversa. Se passo junto a ela, pia que se farta e baixa a cabeça à espera de festinhas, se não lhe ligo, pia mais alto até que lá vai a Mãe Bela consolar a menina.

Tal como com os meus miaus, esta ave adoptou, sem que ninguém lhe ensinasse, todas as rotinas habituais da tasca. Se vou arrumar os quartos, vai ter comigo, se vou ao wc, vai ter comigo e empoleira-se na torneira do lavatório para se mirar ao espelho. Vaidosa, hein?! Quando me dirijo ao escritório, vai ter comigo, faço-lhe poleiro com o dedo indicador e aí vai ela toda contente explorar tudo o que se encontra em cima da secretária. Mas, é um perigo... pega tudo no bico e leva para onde quer e lá ando eu de cócoras à procura do que desapareceu. Quando se cansa deste "trabalho" todo, instala-se nas almofadas que estão no chão atrás da minha cadeira e por ali fica até se fartar, entre sonos pequeninos porque ao menor barulhinho fica logo alerta.

A esplanada da tasca é um oásis, para nós, para os miaus e para ela também. Esgueira-se para lá num tirinho, refila com a Pipoca assim que ela se aproxima pois é a que mais a chateia com a brincadeira.

Um domingo destes, acordei muito cedo e ela, claro deu logo o seu sinal. Voltei para a cama para dormir mais um pouco, mas a Piu não se calava. Ainda acordava a vizinhança e, eu levanto-me, vou buscá-la e ponho-a na almofada ao meu lado. Aos pés da cama dormiam os quatro miaus, um sono tão profundo que nem deram conta da minha saída. Deitei-me de barriga para baixo e face voltada para ela, a ver o que aquilo ia dar. Então não é que enfiou a cabeça debaixo da asa e ferrou-se dormir...

Perfeito! Até eu dormi mais duas horitas, descansada! E acordámos todos eram umas dez horas da madrugada!

O mais curioso disto tudo, é que se dão todos lindamente, miaus, piu e donas. E quem nos visita e vê estes filmes... fica de boca aberta.

E perguntam-me:

- Como é que é possível?
- Os gatos não lhe fazem mal?
- Tu aguentas-te com isto tudo?

E eu respondo:

- É a natureza que os faz serem assim! Apenas tratrei de apresentar a Piu aos miaus quando ela chegou.
- Mal? Eles? Nem penses! Cheiram-na, passam-lhe a patinha nas penas e só a Pipoca que é a bebé da casa é que corre atrás dela, mas nem uma unha lhe deita!
- Se m'aguento? Tem dias que nem dou por eles!


Os animais são fantásticos!!! Não acham?


* Não digam mal da cabeleireira que lhe cortou as penas da cauda! É que estvam tão feias de ela andar dentro d'agua, que eu agarrei e dei-lhe uma tesourada! Eheheheh



quarta-feira, 25 de agosto de 2010

As palavras

São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras, orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta?
Quemas recolhe,
assim,cruéis,
desfeitas,
nas suas conchas puras?
Eugénio de Andrade

domingo, 22 de agosto de 2010

Sunday's Music

Eu também sou boa pescadora!!! Eheheh



Mas não me saíu sardinha na rede, como previa... Atirei-me ao carapau com pimentos assados e brôa!!! A sardinhada terá que ficar para outro dia...

sábado, 21 de agosto de 2010

Tudo programado...

... para a saída de laurear a pevide, ontem à noite e, a latinha a fazer-se de esquisita!


A semana que passou foi do mais entediante que se passa imaginar e ontem ao acordar disse assim para a família felina feliz:
- Meus meninos! Logo à noite vou pôr as patas fora desta tasca! Ai vou vou!
Eles, primeiro a olharem-me fixamente e depois uns para os outros, numa troca de olhares e mexer de bigodes:
- Ai vais?! A que horas sais mesmo de casa hein?! E com quem?!
- Ó meninos! Francamente! Ond'équ'isto já chegou? Satisfações? A vocês?
- Ah pois! Quando acordas com ideias... hummm... é preciso muita cautela!

O dia decorreu normal e até mais animado do que os anteriores, pudera, a ideia estava lá... tudo voou e desandou nas minhas mãos e depressa chegou a hora de sair.

Chegada à garagem, a latinha mostrou-se em sintonia com a familia felina feliz. Dou à chave e nada, mais uma volta na chave e nada, um barulho estranho, e nada...
- Mau! Então tu também? Não queres colaborar? Não queres sair nem deixar sair?
Mais uma volta na chave, um esforço terrível para dar qualquer sinal de querer pegar.
- Mau! Mas tu queres contrariar-me? Olha que pego já no rasteirinho da Titó e tu ficas de castigo!
Mais uma volta na chave e a muito custo, lá pegou! Deixá-la trabalhar uns minutitos, umas aceleradelas, engatar a marcha à ré e lá sai ela como se nada a contrariasse. Atrás e já na rua, ouvia-se:
- E vamos nela assim?
- E se pára pelo caminho?
- E se ao voltarmos para a tasca ela não pega outra vez?
Eu, na minha calma usual:
- Não se preocupem... se não pegar, empurra-se! Se não andar, chama-se a assistência em viagem e vem de charola!
A minha querida latinha, ao ouvir estes pressupostos todos, arreganhou um belo sorriso na farolada dianteira de xenon e sem hesitações levou-nos e trouxe-nos aos destinos.
- Linda menina hein! - eu para ela, a mimar-lhe o capot e fazer-lhe festinhas nos espelhos laterais.
- Hummmm!!! Minha dona mais querida!!! - a minha latinha a colear-se de satisfação.
- Hey! Mas olha lá! Isto não vai ficar por aqui! Amanhã vou ligar ao teu médico de família e vais à consulta!
- Consulta? Mas eu estou bem! - ela com ar enjoado, tadita, detesta ir ao médico. E eu, diga-se de passagem que também não gosto nada de a lá levar. É que consultas da especialidade automóvel são sempre uma caixinha de surpresas. Nunca se sabe ao certo o que o doutor vai receitar, embora já tenhamos na ideia um rabisco do diagnóstico.

Hoje, a meio da tarde, lá vou eu e o Nino, com ela à consulta. Pelo caminho, um monólogo...

- Está bem lavado este carro, está está!
- Olh'ó tablier cheio de pó!
- Quem é que andou com os pés aqui? E ali?
- Olham'estes tapetes cheios de cinza!
Ao que eu respondia:
- Tum tum tum oliveira matos, no rego do... piiiiiii!

Chegados ao consultório do xô doutor, fomos logo atendidos. Abriu-lhe a porta barrigal, olhou-lhe p'áquelas tripas todas, testou aqui e ali, ligou-lhe um computador e, tungas! Diagnóstico completo!
-»Bateria
-»Erro de chave
-»E mais um erro qualquer que já não m'alembro!
Seguiu-se a medição da bateria, a extracção das velas. Bateria fraquinha fraquinha, velas impecáveis. Desmontagem de uma parafernália de coisas esquisitas (estas entranhas motoras são complexos, bolas!), montagem da bateria nova e mais potente (yes! Agora os arranques dão mais pica), montagem e verificação de mais uns orgãos esquisitos que não percebo nada e pronto! Consulta paga! Vá lá que o xô doutor de família é nosso amigo e a coisa ficou mais em conta, próxima consulta semi-agendada para já daqui a quatro mil quilómetros (e esta vai doer mais, substituição da correia de distribuição...) e regressámos à tasca num arranque apoteótico e em ameno diálogo...

- Eu sempre disse que era a bateria! - ele todo inchado.
- Pois disseste, mas eu também nunca disse o contrário! - eu, na boa.
- Começaste a dizer que eram as velas! - ele a querer conversa.
- Eu só disse que poderiam ser as velas! - eu, na boa.
- Por aquele tró-tó-tó-tó-tó-tó via-se logo que era a bateria! - ele a puxar pó desatino.
- Mas o único som que conheço de bateria é tchum tchum tchum tchecapum tchecapum pum pum! - eu, na música do costume.

E é assim, que um casal destrambelhado de todo, disserta ácerca de uma gripose da latinha da menina!

Ah! E depois de tudo isto, alguém quer saber onde foi a saída nocturna? Mesmo que não queiram, eu digo... eheheheh
Esta tachada de açorda de marisco e umas valentes bejecas, para inchar ainda mais aquela zona complicada de nome extremamente confuso, estomaco-abdomino-adiposo!


E... e também querem saber onde? Pronto, ok ok, mesmo que não queiram, eu digo... eheheheh

Onde se come muito bem
Seja pobre ou seja rico
Sem distinção para ninguém

P.S.: Não há foto das bejecas porque pode impressionar os mais sensivéis!
P.S. I: Prometo que depois de ir uns diazitos de vacaciones volto a fazer posts com algum jeito!
P.S. II: Amanhã há sardinhada! Se eu encontrar sardinhas...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dia Mundial da Fotografia

Porque hoje se comemora o Dia Mundial da Fotografia, deixo-vos esta imagem, fantástica no meu entender, e que me traz muitas recordações do tempo em que fazia TT.


Este local é conhecido por Poço dos Ingleses e situa-se algures na mata nacional perto de S. Pedro de Moel. A foto foi tirada num dia de verão e de muito calor e, na minha memória, deste local tenho os fantásticos dias de primavera e outono em que se descia a duna em direcção ao poço de água (que agora não existe)... Belos tempos!!!


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Refrescou o tempo...

... e ainda bem, porque eu já não aguentava aquele calor "ensurdecedor"!

A temperatura interior da cozinha da tasca chegou ao 30º, era impossível ligar o fogão ou o forno! Foram-se cozinhando pratos frios, saladas, massas e alguns grelhados rápidos acompanhados de legumes cozidos. Houve dias em que eu me arrastava, com uma moleza que mais parecia uma lesma, sem vontade de pôr o avental à frente, sem ideia do que cozinhar, moída, cansada, completamente estafada!

A minha sorte é que o Nino percebe bem quando eu não estou virada para os tachos e, ou vamos almoçar fora ou ele me diz:

- Não te preocupes com o almoço! Hoje sou eu que trato do assunto!

E eu, qual menina mimada, até dou pulinhos de contente! Um domingo em que quase não se respirava, ele sai de casa, vai ao pão e traz o almoço prontinho. Bacalhau com brôa, batatinhas assadas a murro e migas. Três à mesa, não contando com os miaus e a piu porque apenas nos fazem companhia, e comida que chegava para seis e ainda sobrava... Almoçámos super bem, a comidinha estava deliciosa e as postas de bacalhau eram altas, daquelas que se desfazem em lascas grossas, mesmo ao nosso gosto. Sobrou muito e eu que não sou míuda de estragar nada, muito menos comida, reservei as sobras no frigo dentro de um pirex. No dia seguinte, para o jantar, fiz um delicioso...

PASTELÃO DE BACALHAU


3 postas de bacalhau grandes e altas com brôa por cima
muitas batatinhas pequeninas assadas com a pele

Retirei as espinhas ao bacalhau e desfiei juntamente com a brôa. Retirei a pele às batatinhas e cortei-as em pedaços pequeninos.

2 cebolas picadas
2 dentes alho picados
azeite qb

Descasquei e piquei as cebolas e os alhos, deitei numa frigideira anti-aderente grande e reguei por cima com azeite. Liguei o bico do fogão e deixei cozinhar em lume brando alguns minutos. Acrescentei o bacalhau desfiado juntamente com a brôa e as batatinhas. Fui mexendo para envolver bem e deixei cozinhar mais um pouco.


6 ovos inteiros
1 ramo de coentros

Entretanto bati os ovos e juntei-lhes os coentros picados. Verti sobre o bacalhau e companhia e deixei cozinhar até notar que a mistura começava a ganhar alguma solidez. Com a ajuda de outra frigideira voltei para ganhar consistência também do outro lado e depois com duas espátulas comecei a criar forma ao pastelão. Virando de todos os lados para que ficasse devidamente cozinhado.



Levei à mesa e, foi cortado à fatia e acompanhado de salada de tomate!


Ficou divinal!


terça-feira, 17 de agosto de 2010

Quem te escreveu...

... que te leia!!!


Hoje andei a remexer papeladas, algumas mais antigas e outras mais recentes. Blocos, folhas soltas, mini agendas, guardanapos de papel, lenços de assoar, cartões de visita, post it's e até talões de compras, saíram do baú!

Desde acontecimentos reais, receitas de culinária, apontamentos para não esquecer, frases que me vêm à ideia, versos, pensamentos, números de telefone, e sei lá mais o quê... passaram-me pelas mãos e pelas vistas e, daí para o "arquivo cesto" que até já foi despejado no contentor do lixo. Eu sei que me vou arrepender, numa qualquer altura em que for à procura disto ou daquilo, mas... já não tem volta!*

Irritei-me solenemente com a minha caligrafia. Antes era bonita e toda certinha e ultimamente é só gatafunhada que nem eu consigo decifrar...

Amanhã vou comprar um caderno todo bonito, e vou escrever tudo o que me apetecer, e vou esmerar-me na letra manuscrita!


*Não destruí as agendas grandes que guardo ano após ano, são preciosas! E a culpa é toda dos teclados de computador!


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