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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Fragilidades... Não sou nenhum robot!


O vidro quebra-se.
O betão racha.
O ferro enferruja.

Eu, que sou de carne e osso como os demais, tenho que estar sempre rija que nem um pêro?

- Ah! Porque não podes andar assim...
- Ah! Mas porque é que andas assim?
- Ah! Mas tens que ir aqui, ali e acolá e vais ver qu'isso passa!
- Ah! Porque tens que sair daí e dali e d'acolá qu'isso passa!

Mas afinal de contas quem é que pode o quê e quem é que sabe o quê? O que tenho que fazer ou não fazer? Onde tenho que estar ou não estar?

Fiquem sabendo que nem eu sei, ok? Ou melhor, algumas sei, outras não! Porque se eu soubesse tudo, garantidamente que, caguinchas como sou, hoje não teria ido à procura de ajuda médica.

Lá vim eu para casa, de saquinho da farmácia na mão e com a carteira bem mais leve. Diz que as pílulas milagrosas que me vão acalmar as ansiedades, os ataques de pânico e as tensões arteriais.

A Sra. Dra. não recomendou, porque eu não lhe contei tudo tudo tudo, mas nas entrelinhas do receituário está escrito:

- Fugir nem pensar em pôr estes ricos pés em de ambientes perturbadores.
- Ignorar nem pensar em aproximação a atitudes de determinadas pessoas.
- Conviver com pessoas alegres, bem dispostas, divertidas e que não estejam sempre a queixar-se da p*t@ da vida!

Daqui a uns dias já estou rija que nem uma cenoura acabada de desenterrar e com uma rama linda e viçosa e um sorriso de orelha a orelha!


2 comentários:

Gaja Maria disse...

Fica bem depressa. Beijinho :)

Anabela Julião disse...

Gaja Maria,
Isto passa que eu que eu não quero confiança com estes estados de ânimo :)
Obrigada! Beijinho*

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