Os Meus Artigos
terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O aspecto nem sempre é tudo...

3 medidas de farinha bem cheias
domingo, 17 de maio de 2009
Torta de Iogurte e Ameixas Secas - Dia Amarelo

sexta-feira, 15 de maio de 2009
Sem inspiração...

segunda-feira, 11 de maio de 2009
Salada Capricho de Atum

quinta-feira, 7 de maio de 2009
Bruxista, eu???
Neste post contei-vos que me estavam a nascer os sisos, é verdade, está a nascer-me um único siso, o outro é um molar… Sou uma verdadeira atrasada dental eheheh, depois dos quarenta é que me nascem dentes, tremenda chatice!
Com sinais algo incomodativos e um pouco dolorosos mas próprios de um dentaço a querer ver a luz do dia, tadinho… esteve hibernado tantos anos… a menina Cenourita vai a uma consulta ao seu médico-dentista. Sai de lá sem saber bem o que fazer… dentaço em franco rompimento gengival e nada a denunciar qualquer tipo de desconforto. Uns diazitos a anti-inflamatório e nada de resultados positivos. A bocarra deixa de abrir normalmente até que chega ao ponto de não conseguir trincar uma maçã, mastigar um pedaço de pão e até para saborear uma colher de sopa ou iogurte se estava a tornar complicado. Há que ver o que se passa e lá vai a menina “viajar” até à cidade do Porto, ser consultada por uma excelente profissional da especialidade médica e… sai de lá a abrir a boca e com um prognóstico… vai lá vai…
Problema de Oclusão, já ouviram falar?
Em uma oclusão fisiológica ou orgânica, no final do fechamento mandibular, a ação dos músculos elevadores promove o assentamento dos côndilos nas fossas mandibulares do osso temporal, denominado posição de relação cêntrica (RC), coincidente com o máximo de contatos dentários posteriores bilateral, denominado máxima intercuspidação (MI) ou oclusão dentária. Como resultado a mandíbula assume posição estável denominada oclusão em relação cêntrica (ORC), na dimensão vertical de oclusão (DVO). Em seguida o relaxamento dos músculos elevadores gera a dimensão vertical de repouso (DVR).
(foto internet)segunda-feira, 4 de maio de 2009
Iogurte de Groselha

1 iogurte natural
1 copo de xarope de groselha
1 copo de leite em pó
1 copo de açucar louro
domingo, 3 de maio de 2009
Esta orquídea...

sexta-feira, 1 de maio de 2009
Deliciosos e...

quarta-feira, 29 de abril de 2009
Aveludado Verde em Cama de Pasta - Dia Verde
A Tasca da Cenourita vai participar no desafio do Dia da Cor com um delicioso, energético e substancial prato salgado, criado com base em ingredientes que são indispensáveis ao fornecimento dessa energia. Chamei-lhe Aveludado Verde em Cama de Pasta. Sucesso garantido cá na Tasca, espero que gostem…


Aconselho acompanhar este petisco com um vinho branco bem fresco, um alvarinho ou um lambrusco!
terça-feira, 28 de abril de 2009
Pinxexos...

segunda-feira, 27 de abril de 2009
Lanchinho Supimpa...

250 g de leite
1 colher de chá de sal
50 g de manteiga
50 g de açúcar
500 g de farinha (usei tipo 65)
20 g de fermento de padeiro (usei uma saqueta vahiné)
2 colheres de gérmen de trigo (não usei)
Preparação:
Coloquei os ingredientes na cuba pela ordem acima mencionada, seleccionei Pão Doce, tamanho I, cozedura clara.
domingo, 26 de abril de 2009
Miminhos e Desafio
As Regras são as seguintes:Colocar o selo no blogue.
Escolher dez blogues que demonstrem grande atitude ou pelos quais se tem uma grande gratidão.
Certificar-se de que publicou os links dos seus nomeados no seu post.
Informá-los de que receberam este prémio, comentando nos respectivos blogues.
Partilhar o carinho, publicando o link deste post e da pessoa de quem recebeu este prémio.


2) E é um prémio para também ser atribuído a cinco pessoas.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Dia Mundial da Terra

segunda-feira, 20 de abril de 2009
Arroz Primaveril Campo e Mar


sexta-feira, 17 de abril de 2009
Vida e Obra da Abóbora Menina (ilustrada)
Prefácio
Veio de longe, de muito longe… ou talvez não de tão longe assim… afinal de longe, muitas vezes se faz perto!
No campo, foi criada, por entre muitas e diferentes culturas, nascida de uma semente e em terra fértil gerada, no meio de grandes folhas verdes desenvolvida. Cresceu desalmadamente e certo dia, à navalhada lhe foi cortada aquela veia que a prendia à mãe natureza tão amada.
Capitulo I
Partida com destino
A viagem decorreu sem qualquer precalço e, no destino a recepção foi de braços abertos para a receber.
Chegou espantosa, brilhando com todo o seu natural esplendor e chamando a atenção de quem a olhava, mesmo de soslaio, pensando no motivo que levara tão rechonchuda criatura a trocar assim aqueles ares puros, cheiros naturais e paisagens campestres por uma vida na cidade, fechada entre quatro paredes e apenas com a companhia de alguns vasos de plantas oriundas de uma estufa qualquer, uns bichinhos de quatro patas e seus donos tresloucados...
A simpatia e hospitalidade com que fora recebida fez com que de um momento para o outro se sentisse no seu habitat natural, depressa se adaptou ao dia-a-dia daquela gente, se integrou naquela família citadina de gostos rurais.
Capitulo II
Menina, seu nome
Acomodada num cantinho cheio de luz, aconchegado e privilegiado por ser a esplanada de inverno, junto a três irmãs da mesma espécie mas de raça distinta, a Menina depressa se ambientou e foi toda ouvidos para as Chilas que ficaram enciumadas com a nova residente. Poucas horas depois e com algum atrevimento, já as outras lhe chamavam de prima e desgarravam as suas ainda curtas e sinuosas vidas, qual delas a mais ousada, como gralhas e bimbas de alta sociedade. Pintaram-lhe um cenário de luxúria e poder, que apesar de não existir naquele local, fez com que ela se sentisse fragilizada e se mantivesse um pouco distante das outras, calada, atenta, observadora. A cada dia que passava afirmava-se com toda a notoriedade mas sem qualquer convicção, da sua beleza interior, do seu substracto, que às outras não passava de burrice e pura ignorância. Mas, é pela simplicidade que tudo tem mais valor, e a Menina ganhou tudo por isso mesmo.
Capítulo III
Confidente
Viveu meses naquele local, acarinhada por todos os residentes e apreciada pelos visitantes. Ouviu conversas, desabafos, choros e grandes gargalhadas, foi fiel confidente de todos os que naquelas cadeiras ao lado se sentavam e seus corações abriram, chorou com eles, sorriu, apreciou as mais variadas brincadeiras sempre com o respeito que cada um lhe conferiu. Presença assídua em festas, convívios e patuscadas e, até pousou em sessões fotográficas… De quando em vez pedia que a trocassem de sítio, ora mais para a esquerda, ora mais para a direita, mas sempre com a mesma perspectiva e campo de visão. Nunca nada lhe passava despercebido e estava sempre atenta a tudo o que a rodeava. Pela forma arredondada e sua cor de pele ligeiramente alaranjada, destacava-se sempre pelo meio de todo o verde que a rodeava. Manifestava frequentemente e com ligeireza o seu agrado por estar onde estava e pedia com toda a sinceridade:
- Quando sair daqui quero a todos proporcionar o melhor que eu puder dar!
Capítulo IV
Decisão
O tempo foi passando e lá se ía destinando a melhor forma de satisfazer a vontade da Menina. Ela sabia que a sua duração em perfeita saúde não era longa, mas mesmo assim aguentou e muito tempo, mais do que alguém pudesse esperar. Foram-lhe feitas várias propostas, afinal ela merecia escolher…
- Que tal, para uma sopa?
- Um puré?
- Congelador?
- Umas quaisquer misturadas?
Engelhava sempre o nariz, e…
- Desde que sirva de alimento… eu fico satisfeita, mas… quem me tem acompanhado nesta jornada merece mais, merece melhor…
- Mas mais e melhor, como Abóbora Menina?
- Gostaria de adoçar todas as vossas bocas…
- Adoçar? Estás a sugerir um doce?
- Sim! Sim! Bem docinho e de preferência com umas nozes! Acho que fica fantástico e todos vão adorar!
- Oh Aboborinha Menina… és mesmo um encanto! Será feita a tua vontade!
Capítulo V
Chegou a hora
Uns dias depois, tudo preparado para a confecção do doce que a Menina tanto pediu e que de todo foi do agrado de quem a acolheu. Em cima da bancada da cozinha estavam todos os instrumentos necessários, a tábua de cozinha, a faca, os pacotes de açúcar amarelo, o frasco da canela em pau, a taça com as nozes descascadas e partidas… tudo devidamente preparado para a confecção do seu desejo mor…
Capítulo VI
A receita
DOCE DE ABÓBORA COM NOZES

2,5 kg abóbora limpa de pevides e cascas e cortada em cubos
2,5 kg açúcar louro (amarelo)
3 paus de canela
Deitou-se a abóbora na panela, por cima o açúcar e os paus de canela. Envolveu-se tudo muito bem com a ajuda da colher de pau e deixou-se levantar fervura. O açúcar derreteu, a abóbora largou toda a sua humidade e um molhinho grosso e escurinho se formou. Foi-se mexendo de vez em quando e o lume esteve baixo durante muito tempo, cozendo o preparado, sem pressas, e mexendo… mexendo… mexendo. A colher de pau entrava frequentemente na panela, para que aquela gostosura não se pegasse no seu fundo e saía lânguida e forrada daquela mistura quase explosiva de doçura. O bico do fogão apagou-se, a panela repousou em cima da bancada protegida por uma base para quentes. Retiraram-se os paus de canela e a varinha mágica deu o toque final, triturou ligeiramente os cubos já meio desfeitos… juntaram-se as nozes partidas miudinhas e voltou ao lume por mais uns minutitos para que ficasse mais homogénea aquela mistura tão perfeita. Deixou-se arrefecer e frascos de vidro já esterilizados à espera de tão delicioso conteúdo!
CapítuloVII
A prova
Segui-se a prova de tão gracioso manjar, tostinhas e fatias de pão caseiro receberam aquela maravilha… barrada com delicadeza formando picos, pilhas, morros e montes…
Doce, doce mesmo, cremoso, aveludado e o sabor da noz a sobressair… simplesmente delicioso!

Simples, inteligente e humilde, o reinado desta Abóbora Menina na Tasca, deu-lhe conhecimento suficiente de como agradar e bem a todos os que a frequentam e dela usufruem!
Fim
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Tarte de Creme de Ovos e Morangos - Dia Vermelho

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Ainda a Páscoa...
O arranjo de Páscoa da Tasca
Por diversos motivos, o pessoal teve "obrigações" a cumprir e daí só nos termos juntado a meio da tarde de domingo. Como aqui a Miss Cenourita estava alone e em momento zen, aproveitou mesmo para descansar da noite anterior, que foi de farra com os filhotes todos até às tantas... eles puseram a mesa a rigor, um deles trouxe um folar ainda quentinho feito pela mami, fizeram capuccino, sentá-mo-nos à mesa em tertúlia acompanhada de umas valentes risadas... o quarto da Titó parecia um cybercafé, ele eram portáteis por todo o lado... jogavam Counter Strike... faziam karaoke... resolviam problemas técnicos do meu PC... corriam atrás dos miaus... enfim... ao sábado à noite isto é sempre uma animação...
quinta-feira, 9 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Lulas com Ameijoas "Al Ajillo"


sábado, 4 de abril de 2009
Oficialmente aberta a época...

sexta-feira, 3 de abril de 2009
Este post é...
1º - Isto não é um copo de leite, é uma GARRAFA! Eu tenho uma certa "pancada" por copos e copinhos, garrafas e garrafinhas, frascos e frasquinhos, taças e tacinhas, chávenas e chaveninhas e tudo o que são utensílios de cozinha. Por isso, despejo o leite do pacote para esta garrafa e assim vai para o frigorifico.

quinta-feira, 2 de abril de 2009
Cenas da vida na Tasca...


quarta-feira, 1 de abril de 2009
Lombos de Tamboril com Natas


Tudo prontinho... et voilá!



